segunda-feira, 27 de março de 2017

Destino de sol e praia com aura de agitação urbana


O destino já foi point preferido de muitas celebridades hollywoodianas, como Elizabeth Taylor e Frank Sinatra, durante a década de 50. Atualmente, o destino visa voltar ao seu auge, atraindo grandes eventos, como o Tianguis Turístico 2017- feira de turismo que que acontece esse ano de 27 a 30 de março e reúne as novidades dos destinos mexicanos, juntamente com grandes nomes nacionais e internacionais da indústria.

Com excelente infraestrutura e atrações turísticas, Acapulco se destaca por sua natureza e também por sua aura urbana - afinal o balneário é um dos principais portos do México no Pacífico.

Versátil, o visitante encontra aqui festa e badalação ou dias de descanso com o pé na areia. Combinar os dois talvez seja a melhor opção. Os visitantes encontram opções de bares animados, restaurantes descolados e tudo ligado à vida noturna, com vista para o mar do Pacífico. Durante o dia, surf, mergulho, água de coco, espreguiçadeiras e alguns tacos, claro, para acompanhar.

Para aventura e esportes há lagos, ilhas, estuários e florestas para explorar. Acapulco também encontra-se no rol dos destinos de golfe mais seletos do mundo. Na hora de ir às compras, o visitante tem a opção de ir aos mercados tradicionais onde vendem artesanatos, alimentos e produtos regionais; ou aos centros comerciais com produtos e roupas mais elegantes, que se assemelham aos centros comerciais estadunidenses.

Um espetáculo típico do destino e que você não pode perder, é apresentação do Clavadistas de Acapulco. Eles armam um verdadeiro espetáculo saltando do penhasco La Quebrada, a uma altura de 45 metros, e caindo em uma região do mar onde a profundidade é de apenas quatro metros.

Todos os dias há cinco apresentações, mas as mais arrepiantes são as noturnas, porque os clavadistas se jogam com uma tocha em cada mão. É possível apreciar os saltos em um mirante público, em troca de algumas moedas para os profissionais ao fim do espetáculo. Mas a melhor vista é a do clube La Perla, onde são cobrados ingressos.



Fonte: Thayane Nogueira

Credibilidade da mídia brasileira deve ser protagonista na era da pós-verdade


O mundo passa por constantes transformações. Um fenômeno que vem acompanhando o crescimento do volume de informações que recebemos e compartilhamos foi consagrado pelo Dicionário Oxford como o termo do ano de 2016: A pós-verdade. 


A nova palavra vem ganhando notoriedade, principalmente – mas não só –, no universo político e jornalístico e se resume a circunstâncias nas quais fatos objetivos têm menos influência para a opinião pública do que apelos à emoção e a crenças pessoais.

O crescimento das ferramentas online de propagação das notícias como as redes sociais e a quantidade de fontes alternativas, têm aumentado, expressivamente, o consumo das chamadas fake news, produzindo, segundo o presidente da Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER), Fábio Gallo, uma maior tolerância e indiferença com a verdade dos fatos. “As fake news sempre existiram, mas hoje, com o alcance e força da internet ganharam proporções alarmantes. É difícil até mensurar e identificar”, ressalta o executivo.

Às vésperas de realizar o fórum “O papel da Mídia Brasileira na Era da Pós-Verdade”, no próximo dia 4 de abril, em São Paulo, Gallo reitera o protagonismo da entidade, do jornalismo profissional e das empresas de comunicação neste cenário. 


“É uma oportunidade de as organizações que prestam um serviço ético, crível e essencial despertarem na sociedade a consciência sobre a credibilidade da notícia e os processos que envolvem a apuração com rigor editorial”.

Para se ter uma ideia da ascensão do termo, a palavra pós-verdade teve um crescimento de buscas realizadas por meio do Google, no último ano, de mais de 20,2 milhões de citações em inglês, 11 milhões em espanhol e 9 milhões em português. Muito deste “sucesso” é oriundo das polêmicas e reflexos gerados a partir de declarações do então candidato e hoje presidente, Donald Trump à época da eleição americana.

No Brasil, tivemos, recentemente, episódios repletos de teorias sobre a causa da morte do então ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavaski. “Em ambos os casos citados, e em tantos outros, há uma predileção por versões de boatos a fatos, com sérias consequências à sociedade”, explicita Gallo.

De acordo com o representante da ANER, a realização do Fórum, que conta com o apoio da ABERT, ABRACOM, ABRAJI, ANJ e Instituto Palavra Aberta, deverá trazer luz ao debate sobre o protagonismo do processo jornalístico e, a exemplo do que já vem ocorrendo no mercado de comunicação, pautará a imprensa durante os próximos meses. “O momento de reflexão é bastante propício e necessário, uma vez que no próximo ano teremos eleições no Brasil e as pessoas deverão diferenciar as referências informativas”, conclui o presidente da ANER.

Serviço:

“O Papel da Mídia Brasileira na era da Pós-Verdade”.

Data: 4 de abril de 2017.

Horário: 8h15 às 12h30.

Local: Hotel Tivoli / Mofarrej - Alameda Santos, 1.437 – Cerqueira Cesar – SP.

Inscrições: http://aner.org.br/o-papel-da-midia-brasileira-na-era-da-pos-verdade
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sexta-feira, 24 de março de 2017

Seis castelos e palácios europeus históricos que ajudaram a moldar o mundo


Luxo, opulência, segurança, intrigas e, claro, questões de Estado. Castelos e palácios escondem muitos segredos, e mesmo que alguns não sejam tão “secretos” assim, quando podemos ver o mesmo que foi visto por grandes nomes e caminhar pelos mesmos corredores que eles caminharam, nós nos sentimos como parte da história por um momento. A Royal Holiday, clube de férias sediado no México, sugere seis castelos e palácios europeus com tanta história que você não pode deixar de visitá-los:

- Palais Royal, Bruxelas – Bélgica:


Neste suntuoso palácio, o Rei Leopold II não apenas realizava seus deveres de Estado, mas também foi onde ele arquitetou um casamento que definiria várias casas reais da Europa em gerações futuras com impactos até os dias de hoje: o da então futura Rainha do Reino Unido, Victoria, com o Príncipe Albert de Saxe-Coburg-Gotha. Eles eram seus sobrinhos.



Todo verão desde 1965, de 22 de julho ao início de setembro, você pode visitar gratuitamente alguns locais onde este plano foi tomando forma. Como a Grande Escadaria, toda feita em mármore e localizada em uma imensa sala com colunas de pedras, espelhos, lustres dourados e incríveis esculturas.

E a Sala do Império e a Pequena e a Grande Sala Branca, que formam as Salas de Estado com imensos lustres de cristal, decoração dourada na parede branca, quadros originais de antigos monarcas e a elegância generalizada digna de um rei. Outro exemplo é a Sala Goya, com as tapeçarias “The Dance”, “The Little Blind Boy” e “The Water Carrier” reproduzindo as obras do pintor em imensos canvas em meio a uma decoração mais sóbria, com móveis e tecidos escuros. O Citadines Toison d' Or Brussels, no sul da cidade, é uma ótica opção de estadia.


- Windsor Castle, Windsor – Reino Unido:

Ao lado de Londres, em Windsor, este castelo foi construído por William, O Conquistador, no século 11, e ainda é a residência de fim de semana da Família Real Britânica, com várias áreas abertas ao público, inclusive a St George's Chapel, capela real onde estão enterrados os corpos de Henrique VIII e dos pais da Rainha Elizabeth II. 


A Rainha Victoria, que usava muito o castelo em sua época e que nele teria supostamente dito a famosa frase “We are not amused”, teve seu corpo enterrado em uma área privada ali perto. O Rei Charles I foi mantido prisioneiro no castelo, antes de ser levado para uma decapitação pública em Londres. As Salas de Estado são imensas e ficaram ainda mais imponentes com a restauração realizada após o incêndio de 1992.

Os estilos são variáveis, incluindo rococó, gótico e barroco, mas todos nos levam a uma viagem ao passado de pompa e circunstância típica dos britânicos, em que tudo está exatamente onde deveria estar, criando uma atmosfera de uma corte real nos tempos atuais. 


Caminhando na área externa de um ponto a outro do castelo também se tem a ideia de termos voltado aos tempos medievais, passando por baixo de portões de ferro com lanças na ponta que pesam toneladas, atravessando túneis estreitos de pedra, admirando os jardins clássicos e observando a grande torre que servia para avistar rapidamente inimigos se aproximando. Hospede-se no Citadines St. Marks, a poucos passos da estação Angel do metrô de Londres, que dá acesso ao trem que leva ao castelo.


- Conwy Castle, País de Gales – Reino Unido:


Ruínas encantadoras são as deste castelo, construído por Eduardo I durante a conquista de Gales pela Inglaterra em 1289. Gales, que hoje faz parte do Reino Unido sendo chamado de País de Gales, tem no Cowny um exemplo de como esta história se desdobrou. 


Subir em uma das 8 torres e observar o oceano de um lado e a cidadezinha do outro, com o vento gelado batendo nas pedras que sustentam a construção, dá uma vaga ideia de como a vida deve ter sido na época das conquistas territoriais. Algo quase místico. Uma volta pelos muros oferece uma vista panorâmica do interior do prédio em decadência, considerado pela Unesco como um dos melhores exemplos de arquitetura militar europeia dos séculos 13 e 14.

O historiador Jeremy Ashbee atesta que o prédio contém a mais bem preservada coleção de apartamentos reais medievais do Reino Unido. Cowny, onde fica o castelo, também mantém características, como a muralha de proteção, que pede uma visita aos turistas que forem à região. A Royal Holiday sugere como acomodação o Pantglas Owners Club, confortável edificação em meio ao um pequeno vale na campina galesa de Carmarthenshire.


- Château de Versailles, Versalhes – França:


De fácil acesso a cerca de 20 quilômetros de Paris fica o icônico Châteu de Versailles ou Palácio de Versalhes, onde viveram os últimos reis da França, Luís XVI e sua esposa, Maria Antonieta, ambos decapitados durante a Revolução Francesa. 


O palácio por si só é gigantesco e os jardins – que não são jardins, mas uma floresta planejada de 800 hectares – é, literalmente, de tirar o fôlego. Cada salão é diferente do outro, uma mistura peculiar de estilos em uma mesma construção. Mas todos são muito bonitos e palaciais, uma ótima consolação. As duas primeiras imagens que nos vêm à mente são o Salão dos Espelhos e o quarto de Maria Antonieta, totalmente restaurado após a destruição causada pelos revolucionários.

Os turistas se espremem em cada um dos outros cômodos (que não são tão grandes como vemos nos filmes) tentando conseguir um bom ângulo para fotos. Os jardins contêm tantos mini-jardins em estilos clássicos, flores, esculturas e fontes que é praticamente impossível conhecer tudo, mas certamente valem um passeio. 


Versalhes foi inspiração para vários outros palácios e jardins ao redor do mundo e suas características continuam a ser utilizadas por milionários, como Donald Trump, recém-eleito presidente americano, que decorou seu apartamento tríplex em Nova York em estilo similar. Fique no La Clef Tour Eiffel Paris, no exclusivo distrito 16 da capital.


- Schloss Charlottenburg, Berlim – Alemanha:


O Schloss Charlottenburg ou Palácio Charlottenburg, em Berlim, é outro exemplo de inspiração em Versalhes. E valeu a pena, pois hoje é considerado o maior e mais majestoso da cidade e uma grande atração turística aos interessados em testemunhar o estilo de vida dos reis prússios e imperadores germânicos. 


A Sala de Porcelana contém mais de 7 mil sofisticadas peças feitas do material, já a Sala Branca e a opulente Galeria Dourada são consideradas como tendo alguns dos mais belos interiores em estilo rococó de toda a Europa. Na sala dos Tesouros da Coroa é possível apreciar, por exemplo, uma insígnia da coroa que foi colocada na cabeça do primeiro rei prússio em 1701. E a caixa de tabaco de Frederick, O Grande, coberta de pedras preciosas, entre muitos outros objetos, como joias da coroa (cetros etc.), talheres de metais preciosos, taças raras e itens individuais da incrível coleção de serviço de jantar real produzida em porcelana. 

Para passear nos lindos jardins formais e informais, não se paga nada. O Citadines Kurfürstendamm Berlin fica bem no centro e oferece fácil acesso aos principais pontos turísticos.


- Hohensalzburg Fortress, Salzburgo – Áustria:


O forte medieval mais poderoso da Europa Central, cuja construção começou em 1077, protege um castelo localizado no topo de uma montanha rochosa que oferece vista panorâmica da cidade de Salzburgo. 


Apesar da ironia de só ter sido atacado uma única vez, em 1525, a fortificação é uma atração à parte e já foi usada como prisão de guerra para italianos durante a Primeira Guerra Mundial e de ativistas nazistas nos anos de 1930. Acessível por teleférico, elevador (este passa pela casa do Mozart, um dos mais famosos austríacos que, segundo rumores, quando criança, pediu a também austríaca Maria Antonieta em casamento) ou, para os aventureiros, a pé mesmo.

Nos prédios do interior do forte você pode conferir o órgão mecânico de 1502 que toca às 7h, 11h e 18h do Domingo de Ramos a 31 de outubro todos os anos. Assim como a Câmara Dourada, o cômodo medieval mais magnífico do castelo, decorado com gravuras de videiras, uvas, folhagem e animais; e o Quarto de Dormir, local onde arcebispos com status de príncipes já descansaram. 

O museu com entrada gratuita que conta a história do local não deve ser deixado de fora da programação e sempre há exposições diferenciadas, além de concertos de música clássica. O CLC Alpine Centre é a sugestão de hospedagem da Royal Holiday, pois fica próximo às charmosas paisagens dos alpes e está localizado como ponto de partida para explorar Salzburgo.




Fonte: Alessandra Macedo 

quinta-feira, 23 de março de 2017

Melbourne sediará o prêmio “Os 50 Melhores Restaurante do Mundo”



Após o enorme sucesso em Nova York, em 2016, o prêmio “Os 50 Melhores Restaurante do Mundo” anuncia que sua edição de 2017 será em 05 de abril. Realizado no Royal Exhibition Building, em Melbourne, o evento será também a comemoração do 15º aniversário da premiação.

Em parceria com o Tourism Australia, o evento contará com a presença de chefs renomados no mundo todo, especialistas em restaurantes, sommeliers, imprensa e influenciadores, celebrando o melhor da cozinha global. A programação do evento em geral, que vai de 01 a 07 de abril, irá representar a excelente variedade australiana em comida e vinho para um público internacional de profissionais da indústria e amantes da gastronomia.



William Drew, editor de “Os 50 Melhores Restaurantes do Mundo”, diz que "depois de 14 anos realizando o evento em Londres, decidimos leva-lo para um tour global, começando em Nova York em junho de 2016. Não poderíamos estar mais entusiasmados com Melbourne, uma das melhores cidades gastronômicas do mundo. 


Em abril do próximo ano, a Austrália será sem dúvida o local ideal para os apaixonados por boa comida e restaurantes inspiradores. Em parceria com o Tourism Australia, iremos aproveitar a oportunidade para destacar produtos únicos do país, seus vinhos extraordinários e seu excitante cenário culinário".

Já John O'Sullivan, diretor geral do Tourism Australia, afirma que os prêmios e programação do evento formam uma extensão natural de sua campanha Restaurant Austrália. "Grandes experiências culinárias são feitas para e por pessoas, produtos e lugares, e com a confirmação do Royal Exhibition Building, acredito que encontramos o local perfeito para sediar uma reunião global de tamanho prestígio da cultura de alimentos e vinho".




Peter Bingeman, chefe executivo de Visit Victoria, diz que a "cultura de comida, bar e café de Melbourne tem uma profundidade e diversidade de décadas do processo de migração para Victoria, juntamente com um farto apetite para abraçar o novo e o audacioso. Nosso produto é inigualável, nosso talento é pioneiro, e as nossas paisagens naturais e centros urbanos fornecem uma base para experiências culinárias inesquecíveis - de ruas e casas de café, a vinhas deslumbrantes e jantares regionais".


“Os 50 Melhores Restaurantes do Mundo” é o maior encontro gastronômico anual, que une chefs e especialistas em restaurantes de todo o planeta para comemorar e colaborar. Wine Australia irá fornecer vinhos do mais alto calibre ao longo do evento, incluindo o tradicional Chefs’ Feast (uma reunião privada e única com os melhores talentos, que acontece em 4 de abril), bem como outras ativações.



O CEO da Wine Australia, Andreas Clark, diz que "o evento é uma excelente oportunidade para as pessoas mais influentes do ramo experimentarem o vinho fino que a Austrália produz. Estamos muito animados para mostrar a inovação, qualidade, diversidade e sabor dos conhecidos vinhos australianos”.
                    
Um dos encontros gourmet mais consagrados da Austrália, Melbourne Food and Wine Festival, já concordou em alinhar suas datas com as do evento no ano que vem. O Festival, em seu 25º ano, acontece de 31 março a 9 abril. Com isso, será possível incluir uma série de Master Classes celebrando os 50 melhores restaurantes do mundo com chefs ilustres, em 1º e 2 de abril.

Etihad Airways e QT Hotel Melbourne também foram confirmados como parceiros, ajudando com transporte e hospedagem. Como uma das principais companhias aéreas do mundo, Etihad vai garantir que os chefs viajem para a Austrália com conforto e estilo. Já o recém-inaugurado hotel boutique QT Melbourne irá acomodá-los durante sua estadia na cidade.

            

"O hotel QT Melbourne é inspirado na tendência global de viagens contemporâneas e traz de volta o grande restaurante do hotel. Através da nossa parceria com a Tourism Australia mostraremos a força da nossa filosofia em comida e bebida, que inclui nossa QT Forager, jardins panorâmicos, colmeias de abelhas e equipamentos de cozinha inovadores", afirma David Seargeant, Group Managing Director, Event Hospitality & Entertainment.


A mudança do Prêmio para a Austrália coincide com o desejo do país em destacar a qualidade de sua gastronomia e vinhos para o mundo. Desde o início da campanha Restaurant Austrália, do Tourism Australia, em dezembro de 2013, os gastos internacionais em comida e vinho aumentaram em mais de US$ 1 bilhão (25%). Um em cada cinco dólares gastos pelos visitantes internacionais na Austrália são investidos em experiências de alimentos e vinhos.



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Como a lista dos “50 Melhores Restaurantes do Mundo” é compilada:

A lista é criada a partir dos votos da Academia “Os 50 Melhores Restaurantes do Mundo”, um influente grupo de mais de 1.000 líderes internacionais da área. A Academia é composta por 26 regiões diferentes do globo, cada uma com 40 membros, incluindo um presidente. Cada membro pode lançar 10 votos e, destes 10, pelo menos quatro votos devem reconhecer restaurantes fora de sua própria região.

O painel em cada região é composto por escritores e críticos gastronômicos, chefs, especialistas em restaurante e “gastrônomos” altamente reconhecidos. Membros listam suas escolhas em ordem de preferência, com base em suas melhores experiências ao longo dos 18 meses anteriores. Não há check-list pré-determinado de critérios, mas existem regras estritas de votação.

A lista é julgada independentemente por consultores de serviços profissionais da Deloitte. Esta adjudicação garante que a integridade e autenticidade do processo de votação, assim como a lista resultante, sejam protegidos.



Fonte: Rafaela Yamaki