quarta-feira, 13 de junho de 2018

A Copa do Mundo chegou ......e agora ?


Apesar de toda a expectativa pelos jogos, nunca é demais lembrar os problemas que isto irá gerar a todos, principalmente aos animais que serão incapazes de compreender tamanha euforia por algo tão distante da rotina de seus tutores. Alguns tutores irresponsáveis tentam até caracterizar o animal, impondo a eles um sofrimento desnecessário. Como poderíamos justificar aos animais, ditos irracionais, que somos seres racionais diante de tamanha hipocrisia que constatamos neste período de Copa do Mundo?

As pessoas "embriagadas" pela mídia comemoram algo tão vazio, que para se fazerem notar, precisam fazer muito barulho, enquanto os jogadores se preocupam apenas com si mesmo, e não ouvem a nada que não seja relacionado aos interesses da FIFA.

Os animais acabam se tornando vítimas da situação imposta por este "delírio coletivo". O excesso de barulho gerado pelas cornetas, gritos e fogos de artifícios pode ocasionar nos animais reações adversas, como: palpitações, taquicardia, salivação, tremores, sensação de insuficiência respiratória, falta de ar, náuseas, atordoamento, sensação de irrealidade, desequilíbrio, agressividade, etc... O pânico das explosões pode causar paradas cardiorrespiratórias, perdas auditivas e surdez.

Esse tipo de perturbação provoca na conduta do animal tentativas descontroladas de escapar, incentivada pelo estado de pânico, podendo durar vários minutos e em casos severos podem variar de 1 a várias horas, dependendo do tempo que dure o estímulo (barulho provocado por fogos de artificio)

Alguns animais chegam a sofrer alterações de seu ciclo reprodutivo e há histórico de animais que, pelo trauma, mudam de comportamento para sempre, ficando apáticos ou agressivos.

Os tutores responsáveis são aqueles que não permitem seus animais participem deste tipo de manifestação. O ideal é permitir que eles se acomodem num lugar tranquilo, longe da movimentação das visitas e de alimentos e bebidas que possam provocar distúrbios gastrointestinais. Uma pequena quantidade de bebida alcóolica, por exemplo, em muitos casos é suficiente para causar o coma, podendo leva-lo á morte.

O local adequado oferece janelas e portas vedadas, para reduzir o impacto do som alto. Quanto menos barulho houver, mais seguro ele se sentirá.

A orientação de um veterinário na hora de utilizar a medicação tranquilizante é fundamental para garantir a administração da dose adequada.

A homeopatia e Florais de Bach são opções que podem ajudar os animais a enfrentarem este período tão estressante. Além das medidas de precaução, a homeopatia e os florais de bach, podem ser úteis para diminuir o estresse, o desconforto auditivo e as fobias geradas pelos rojões. Os Florais atuam nas emoções, não possuem componentes químicos e não têm contra-indicações. Mas precisam ser utilizados algum tempo antes.

- Aqui vão algumas dicas para manter seus animais a salvo durante as comemorações disto:

- Nunca deixe seu animal sozinho em um local onde ele ao se sentir desesperado possa escapar e se perder ou até mesmo se machucar tentando pular os muros.

- Se tiver mais que um animal, evite deixar os animais juntos no momento das explosões de fogos para que não ocorram brigas.

- Não o mantenha acorrentado, pois ele corre risco de enforcamento.

- Portas e portões devem ser trancados para conter eventuais fugas do animal.

- Permita que o animal, independente do porte , eleja o seu enconderijo , mesmo que seja dentro de casa , ou até mesmo embaixo da sua cama.

- O responsável pelo animal deve fazer uma plaqueta, colocar um pedaço de esparadrapo, escrever na coleira bem forte, o nome do animal e telefone para contato em caso de fuga inesperada! Isso facilitará a localização do animal!

A quantidade de anúncios de animais desaparecidos provenientes deste tipo de evento é enorme e, a maioria poderia ser localizada se portasse uma identificação.

No que diz respeito ao animal humano, vale lembrar, que os problemas brasileiros e, em especial, nas cidades - sede, foram “maquiados”, para receberem os jogos deste evento mundial em grande estilo. E hoje, os estádios estão abandonados. 

O Brasil tem um alto índice de pessoas vivendo em extrema miséria, num nítido contraste entre a ostentação de uma Copa do Mundo e a pobreza plena.



Fonte: Vininha F. Carvalho

Viagem de avião demanda cuidados específicos com os olhos


Viajar é sempre uma delícia. Mesmo quando estamos a trabalho, conhecer novos cenários e pessoas ajuda a oxigenar as ideias, estimular a criatividade e aumentar nosso repertório cultural. Mas, para tirar proveito do destino, é preciso tomar alguns cuidados desde o embarque no avião, principalmente no que diz respeito aos olhos.

O médico oftalmologista Dr. Rubens Belfort, da Clínica Belfort, da capital paulista, lembra que um dos problemas mais comuns enfrentados pelos viajantes é a síndrome do olho seco. “Ficar muito tempo no ar condicionado do avião e as horas acordado assistindo a filmes e seriados contribuem para o ressecamento dos olhos”, conta. 


Para aliviar o problema, é preciso se manter bem hidratado e utilizar um colírio de lágrima artificial para manter os olhos bem lubrificados, principalmente quem já sente a secura no dia a dia.

Pessoas que usam lente de contato sabem que elas também ajudam a ressecar os olhos, em especial se usadas durante a noite. Como é difícil manipular as lentes no avião, Dr. Rubens sugere viajar de óculos e colocar as lentes apenas na chegada ao destino. 

“Também é importante levar lentes de contato extras, assim como um par de óculos a mais. É muito comum ouvir pacientes relatarem a perda de óculos e lentes durante viagens e, com isso, tiveram de passar boa parte do passeio sem enxergar direito, até conseguir consulta com um oftalmologista e uma ótica rápida.”

Aqueles que vão ao exterior também precisam ficar atentos aos colírios que demandam prescrição médica. Nem todos os medicamentos vendidos sem prescrição no Brasil podem ser comprados sem receita em outros países. “É o caso do colírio para glaucoma e alguns anti-alérgicos”, lembra Dr. Rubens. Assim, o ideal é levar uma quantidade de colírio para toda a sua viagem.

Os pacientes que se submeteram a alguma cirurgia ocular também sentem dúvidas sobre poder ou não embarcar no avião. Sobre isso, o médico explica que só há restrição se, durante o procedimento, foi utilizado algum ar ou gás dentro do olho, como nas cirurgias de retina. 

“No caso das outras operações, não há problema em viajar de avião, mas é bom avisar o médico se tiver alguma viagem marcada para não ter o risco de ter de mudar os planos”, conclui o oftalmologista da Clínica Belfort.


Fonte: Dr. Rubens Belfort Neto Oftalmologista - Professor Afiliado da Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina Presidente da Sociedade Pan-Americana de Oncologia Ocular (2016-2018)


Promessas inviáveis

Positivo

Nos próximos seis meses, assistiremos a três eventos: bons jogos de futebol, repetitivas eleições e promessas inviáveis. Os primeiros, em função da Copa do Mundo, serão prazerosos. As segundas, em função dos pleitos nos estados e na União, serão cansativas. As terceiras, em função da cultura demagógica vigente, serão incumpríveis. 

Qualquer um de nós que queira fazer o bem tem de enfiar a mão no bolso e gastar seu próprio dinheiro. Já os políticos têm o privilégio de praticar um esporte delicioso: gastar o dinheiro dos outros. Só que os “outros” somos nós, todos os que produzem e pagam impostos.

Roberto Campos ironizava dizendo que, no parlamento, temos um problema e uma sorte. O problema, dizia ele, é que “todos os que chegam aqui querem fazer alguma coisa”. A sorte é que “a maioria não conseguirá fazer o que promete”. Sinto arrepios quando um político começa a prometer um monte de coisas ao povo, pois a mais elementar lição da economia é que o governo não dá nada à sociedade que antes dela não tenha tirado. Quando tenta dar ao povo o que não tirou em forma de tributos, o governo ou emite moeda (que cria a tragédia da inflação) ou faz dívida (que eleva os juros e reduz o crescimento econômico).

O Brasil produziu R$ 6,53 trilhões no ano de 2017. Esse é o produto interno bruto (PIB), que é igual à renda nacional. Mais de um terço foi entregue ao governo em tributos, nos três níveis, algo em torno de R$ 2,2 trilhões. Mesmo com essa montanha de dinheiro, o governo gastou R$ 110,6 bilhões a mais do que arrecadou, que é o déficit primário antes de contar os juros da dívida pública. Como o governo vem gastando mais do que arrecada há décadas, a dívida pública já chegou a 74,3% do PIB, e vai custar mais de R$ 400 bilhões de juros em 2018.

Uma das causas do desemprego é a dívida consolidada de todo o setor estatal. A sociedade como um todo – pessoas e empresas – deposita dinheiro nos bancos. E os bancos têm apenas três clientes: as pessoas, as empresas e o governo. Se o governo avidamente vai aos bancos pedir dinheiro emprestado, por meio de emissão de títulos públicos e outros empréstimos, falta dinheiro para financiar as pessoas (consumidores) e as empresas. E com isso, o PIB não cresce, logo, não há criação de empregos. Se você é um desempregado, saiba que os déficits do governo e a dívida pública são os principais culpados.

Alguém pode perguntar: mas por que o governo tem tanto déficit e tanta dívida? Vamos lembrar de dois pontos. Um é o aumento dos gastos com salários e custeio dos serviços públicos e da máquina administrativa nos 5.570 municípios, 26 estados, Distrito Federal e União. 

Outro, em 2017, o déficit do INSS (previdência dos trabalhadores do setor privado) mais o déficit da previdência somente dos servidores federais deu um total de R$ 270 bilhões, sendo R$ 180 bilhões de déficit do INSS (para pagar 30 milhões de beneficiados) e R$ 90 bilhões de déficit (para pagar apenas um milhão de servidores públicos federais).

O quadro de déficit e de dívida acumulada responde pelo baixo volume de investimentos em infraestrutura e pelo baixo crescimento da economia, logo, pela baixa renda per capita e pelo alto desemprego. Aumento de tributos é algo contra o qual a sociedade deve se rebelar e não aceitar. Então, governo bom será aquele que conseguir consertar essa confusão financeira e o estado de desequilíbrio das contas públicas, não aquele que prometer gastar mais. Novamente: o governo só dá a João o que tirou de Pedro, Maria, Antonio e demais brasileiros. Não há milagres. Quem diz que há, é apenas um demagogo.

As eleições estão próximas. Tão logo termine a Copa do Mundo, entrará em cena a campanha eleitoral e a promessa de gastar o dinheiro dos outros. Caso tentem cumprir suas promessas, terão que enfiar a mão no bolso do povo, a menos que façam promessas boas como reduzir o tamanho do governo, combater o desperdício, aumentar a eficiência da administração, reduzir a corrupção, adotar a austeridade, reformar a previdência e liberar o espírito de iniciativa dos que querem empreender.
   

                                        

Fonte: José Pio Martins é economista e reitor da Universidade Positivo.

Câmara dos Deputados se prepara para votar projeto que beneficia o turismo




O Projeto de Lei 2.724/2015 que prevê a modernização da Lei Geral do Turismo, a transformação da Embratur em uma Agência Brasileira de Promoção do Turismo e a abertura das empresas aéreas ao capital estrangeiro deverá ser votado nesta terça-feira (12) pelo plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília. As propostas de mudanças trazidas pelo PL são importantes para o desenvolvimento econômico do Brasil. 


Com a aprovação do PL, o país poderá alcançar, até 2022, resultados como o aumento da chegada de estrangeiros de 6,6 milhões para 12 milhões; ampliação da receita cambial do turismo dos atuais US$ 6,6 bilhões para US$ 19 bilhões; inserção de 39,7 milhões de brasileiros no mercado consumidor de viagens e a geração de 2 milhões de novos empregos no turismo

“Estou confiante de que o Congresso Nacional entenderá que este é um passo fundamental para o desenvolvimento econômico do País. Mudar de rumo é preciso. Este momento é decisivo para que o turismo nacional consiga caminhar em direção a um novo patamar, contribuindo cada vez mais para a geração de empregos. 

É importante destacar que essas medidas permitirão a melhoria do ambiente legal e normativo do turismo, acompanhando as novas necessidades do mercado, tornando o Brasil mais competitivo e inovador. Isso possibilitará mais segurança jurídica para o setor, e consequentemente o aumentará a atração de investimentos e possibilitará a redução do Custo Brasil”, afirmou o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz.
Entre as alterações previstas está transformação da Embratur em uma Agência Brasileira de Promoção do Turismo, sob o formato de Serviço Social Autônomo. 

O novo modelo da Embratur possibilitará uma gestão efetivada em moldes mais contemporâneos, conferindo-lhe modernidade, agilidade e inovação, garantindo mais recursos e alguns mecanismos facilitadores de sua atuação nos mercados internacionais em condições de igualdade com outros países. A Nova Embratur usará recursos já existentes. Não trará ônus adicionais para o governo.

Outra medida de forte impacto será a abertura do capital estrangeiro para as companhias aéreas. “Isso, para o turismo, significa um impacto direto na ampliação da conectividade aérea no país, uma vez que mais empresas poderão atuar no território nacional. Ao permitir a entrada de mais investimentos e empresas nesse setor, o número de companhias aéreas em operação pode aumentar, assim como a criação de novas rotas, principalmente rotas regionais”, defendeu Vinicius Lummertz.

O projeto prevê que somente companhias aéreas com sede no Brasil poderão operar em nosso país. Com isso, se uma companhia quiser operar a aviação doméstica, terá que constituir empresa em solo brasileiro, gerando emprego, renda e pagando os devidos impostos referentes à operação no Brasil.

“Estou muito otimista com a votação desse projeto que conta com o apoio de todo o trade turístico. A abertura do capital estrangeiro para as aéreas significa a abertura dos céus brasileiros e consequentemente a entrada de novos investimentos que gerarão emprego e renda para o país”, comentou o presidente do grupo CJP, Guilherme Paulus.

- Lei do turismo:

Construída de forma participativa, em conjunto com o Conselho Nacional do Turismo, a Lei Geral do Turismo, de 2008, foi fundamental para a institucionalização da Política e do Sistema Nacional de Turismo, além da definição do Plano Nacional do Turismo. No entanto, as mudanças ocorridas na última década tornaram urgente a adequação do texto ao novo cenário e ao novo modelo de negócios em que o turismo está inserido.

“O Turismo se moderniza ano a ano e o setor precisa acompanhar esse processo. A aprovação da nova Lei geral do Turismo dará maior clareza à atuação das agências e operadoras e turismo, dando maior segurança jurídica ao setor”, afirmou Marco Ferraz, presidente da Clia Brasil.



Fonte: MTur