quinta-feira, 22 de junho de 2017

Celebridades são homenageadas com nomes científicos para espécies de animais


A banda de rock inglesa Pink Floyd, as cantoras Beyoncé e Shakira, além do atual presidente americano Donald Trump, são algumas das celebridades que já foram homenageadas com nomes científicos para diferentes espécies de animais. Prática que, de uns tempos pra cá, vem se tornando cada vez mais comum.

“Antigamente, essas designações eram dadas de acordo com alguma carac­terística do animal – como a região em que vivia ou alguma parte do cor­po com qualidade marcante. Depois, em homenagem a cientistas e pesquisadores da área, as espécies passaram a ganhar o nome de pes­soas“, relata o Biólogo Giuseppe Puorto, membro do CRBio-01 – Conselho Regional de Biologia – 1ª Região (SP, MT e MS). “Até que celebridades como roqueiros, cantores, atores e mesmo personagens fictícios passaram também a ser homenageadas”, completa o Biólogo.

Desde que o sueco Carolus Linnaeus (ou Lineu, como é conheci­do pelo nome aportuguesado) criou seu Systema Naturae de classificação dos seres vivos, no século XVIII, cada espécie animal ou vegetal ficou com uma designação única para não ser confundida com outra. Também chamado de Taxonomia de Lineu, o sistema combina dois nomes, um ge­nérico e um específico, para identifi­car um ser vivo, de modo que é im­possível a repetição da designação para espécies diferentes.

Respectivamente, as celebridades citadas acima serviram de inspiração para: uma pequena aranha encontrada na Austrália, a Pinkfloydia harveii; pela semelhança de uma roupa usada pela cantora no clipe da música Bootylicious, uma mosca com um abdômen inferior dourado foi batizada de Scaptia beyonceae; uma vespa de cintura fina, a Aleiodes shakirae; uma mariposa de topete loiro foi designada de Neopalpa donaldtrumpi, nativa do sul da Califórnia.


Artistas brasileiros também fazem parte dessa lista. É o caso do famoso músico Paulo Emílio Vanzo­lini (formado em medicina, mas que se dedicou à zoologia), homenageado por seu traba­lho científico com o nome de um pe­queno anfíbio amazônico, o Allobates vanzolinius, um sapo que vive na re­gião da bacia do rio Juruá. Já o ator e violeiro Almir Sater foi homenageado com o batismo de um cupim descrito em 2012, o Sivestritermis almirsateri, típico da região do Pantanal, terra do artista.

Artistas brasileiros também fazem parte dessa lista. É o caso do famoso músico Paulo Emílio Vanzo­lini (formado em medicina, mas que se dedicou à zoologia), homenageado por seu traba­lho científico com o nome de um pe­queno anfíbio amazônico, o Allobates vanzolinius, um sapo que vive na re­gião da bacia do rio Juruá. Já o ator e violeiro Almir Sater foi homenageado com o batismo de um cupim descrito em 2012, o Sivestritermis almirsateri, típico da região do Pantanal, terra do artista.


Fonte: Edgard Leda

Processos corporativos de prevenção à fraudes no Brasil são insuficientes


Em fevereiro deste ano, a Kroll publicou o seu Relatório Global de Fraude e Riscos 2016/17, resultado de uma pesquisa realizada com 545 executivos seniores em todo o mundo.

Alguns pontos desta pesquisa me chamaram atenção. Um deles é a constatação do que já sabia sobre o crescimento da incidência de fraudes de forma acentuada, onde 82% dos entrevistados relataram caso de fraude nos últimos 12 meses, contra 70% em 2013.

É notório que a complexidade do ambiente corporativo e de negócios tem criado espaço para novos e mais complexos riscos de fraudes, sem que a empresa tenha possibilidades de se preparar para mitiga-los.

Um número crescente de ciberataques tem sido reportado e a pesquisa demonstra que 85%, das empresas entrevistadas, sofreram um ciberataque ou ocorrência de perda e roubo de informações.

Mas o que me chamou mais atenção foram três pontos diretamente relacionados à pesquisa focada no Brasil, são elas:

- 68% das ocorrências de fraudes foram detectadas aqui, um número menor do que a média global de 82%;

- Aumento da percepção de exposição à fraude para 92% dos entrevistados;

- O principal meio para detecção foi a através dos trabalhos da auditoria externa.

Uma análise mais detalhada sobre os pontos acima me fez entender que os sistemas de controles internos existentes nas empresas brasileiras não são suficientes para detectar e/ou prevenir ocorrências de fraudes.

A falta de investimento, devido à crise econômica, nos processos de gestão pode ser um dos motivadores, mas acredito que a maior parcela disto é a falta cultural de consciência e comprometimento com os fundamentos de governança e compliance.

Não é papel dos auditores externos detectar fraudes. A empresa tem outros mecanismos de defesa, que devem ser mais apropriados para este objetivo, como, por exemplo, o canal de denúncias. No caso do Brasil, a detecção por este recurso esta muito abaixo quando comparado ao resultado global.

Para reverter esta situação, as corporações no Brasil devem endereçar este assunto de forma clara e objetiva. Não é mais possível fingir que tem governança ou que combatem a fraude e/ou a corrupção, seja uma empresa do setor privado ou público.

A alta gestão tem que ter compromisso com as melhores práticas de governança. Ela deve ter consciência que os riscos existem e que os gastos com os processos de gerenciamento de riscos e controles internos são, na realidade, investimentos.

Primeiro porque aperfeiçoa o capital aplicado em sua estrutura organizacional e, em segundo, porque minimiza o possível impacto financeiro de uma perda gerada por fraude ou corrupção. A pesquisa demonstra que o custo médio das perdas financeiras por fraude é entre 1% a 3% do faturamento.

A empresa deve trabalhar e difundir em toda sua organização a cultura da gestão baseada em riscos. Não adianta a empresa contar em sua estrutura com gestor de riscos, auditores e especialistas em controles internos, se os gestores da empresa, em todos os níveis, não forem proficientes em riscos e controles internos.

A liderança deve ser visionária e comprometida com a ética, de nada adianta ter código de conduta ética ou programas de compliance se os lideres não exemplificam em seus atos compromisso irrestrito com estes atributos.

A auditoria interna, como órgão de monitoramento independente, tem papel crucial em todo este processo. O auditor é um dos agentes de mudança, mas para isto ele deve ter sua objetividade preservada através de uma postura profissional integra e ser proficiente ao atuar em conformidade com as normas internacionais de auditoria.

Espero que as empresas, através de seus gestores, acordem para uma nova realidade, para um novo ambiente corporativo, onde o valor da empresa é construído não somente pelo valor gerado para as partes relacionadas, mas também baseado em como ele é gerado.

Quem sabe, nas próximas pesquisas podemos nos deparar com um resultado mais positivo no processo de combate a fraude e a corrupção.


                                           

Autoria : Eduardo Person Pardini – Sócio principal, responsável pelos projetos de governança, gestão de riscos, controles internos e auditoria interna da Crossover Consulting & Auditing. É diretor executivo do Internal Control institute - chapter Brasil, palestrante e instrutor do IIA Brasil.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Conheça cinco festas juninas ao redor do mundo


Fogueira, bandeirinhas, música, quadrilha, comidas deliciosas e muita animação: assim são as festas juninas. Engana-se quem pensa que a celebração nasceu em terras tupininquis. Criado pelos camponeses europeus para celebrar o início do verão, o evento desembarcou no Brasil durante a colonização com a chegada dos portugueses. 

- Confira cinco pontos do planeta que são conhecidos por enaltecerem os santos católicos entre junho e julho: 

- São Luís:

No Brasil, cada região comemora de uma forma diferente. Um dos principais festivais do segmento é o Bumba Meu Boi, que ocorre entre os meses de junho e julho na capital maranhense. 



Com mais de 200 anos de tradição, o nome do evento surge a partir da história de Francisco, um escravo, que mata o boi do senhor da fazenda para saciar a fome de Catirina, sua esposa. Arrependido, o homem pede aos curandeiros e aos pajés para ressuscitarem o animal. 

- Lisboa:

Em terras portuguesas, o evento que usa marchinhas para exaltar figuras como São João, Santo Antônio e São Pedro é nomeado como Festas dos Santos Populares. 



O grande destaque da época fica para o dia 13 de junho, dia do Santo Casamenteiro, onde acontece uma gigante cerimônia de casamento com cerca de 300 casais. A cidade também fica repleta de declarações de amor entre os apaixonados, que trocam lindos vasinhos de manjericão entre si para celebrar o amor.


- Pomerânia:

A Noc Świętojańska – ou Noite de São João – tem início às 8h no dia 23 de junho e não tem hora para acabar. Enquanto no Brasil os participantes do arraiá se caracterizam de camponeses, na Polônia o traje escolhido é o de pirata. 



Para celebrar a chegada do verão e comemorar a fertilidade e a vitalidade da natureza, a população ilumina o céu com milhares de balões que são lançados simultaneamente. 


- Alicante:

Conhecida como Festa das Hogueras, a atração de Alicante começa no dia 20 e se estende até o dia 24. As ruas ficam repletas de pessoas fantasiadas, além de contar com desfiles de bonecos coloridos feitos de madeira e papelão. 



É comum, também, encontrar fogueiras à beira do Mar Mediterrâneo, onde os moradores queimam móveis velhos e objetos antigos, pedindo boas novas.


- Wiltshire:

A tradição é celebrar o sol, ao lado do Stonehenge, Patrimônio Mundial da Unesco, um monumento construído na Antiguidade com o objetivo de observar as mudanças de estação. 



Com duração de quatro dias, a solenidade é marcada por grandes fogueiras, barracas de comidas e música ao vivo que atraem diferentes públicos.


Fonte: ViajaNet - agência de viagens

Já parou para pensar qual tipo de viajante você é?


Viajar é um tipo de atividade universal, que agrada pessoas dos mais diferentes tipos, sendo uma ação que é praticada por pessoas de diferentes culturas, idades diversas e classe sociais distintas. Por conta disso, não é incomum que o perfil de um viajante varie consideravelmente quando comparado ao de outro. Por exemplo, existem pessoas que gostam de planejar tudo com antecedência, outras que não ligam de fazer tudo em cima da hora, e até mesmo aquelas pessoas que levam muitas bagagens que não vão utilizar na viagem.


Fonte: Nayrison da Costa