sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Natal e o Réveillon ao redor do mundo


A época de festas está chegando cheia de novidades e atrações especiais ao redor do mundo. Veja abaixo algumas atividades e experiências em diferentes destinos turísticos para celebrar o fim do ano:



- Noruega:
O Natal na Noruega não é apenas um dia, é uma temporada inteira, repleta de tradições e festividades. O Natal é chamado “jul” na Noruega e os preparativos para a data já começam no início de dezembro. Uma variedade de concertos de Natal são organizados em igrejas e centros de espetáculos por todo o país, além das famosas feiras natalinas que ganham as ruas. 


 As celebrações de Santa Lúcia, no dia 13 de dezembro, também têm grade destaque, principalmente entre as crianças, que se vestem com uma coroa de velas acesas. Para os turistas que estiverem viajando pela região dos fiordes, uma ótima dica é aproveitar o buffet especial de Natal oferecido pelo Hotel Union Geiranger até o dia 17 de dezembro, é uma ótima opção para uma refeição festiva tipicamente norueguesa. 

Alguns hotéis e restaurantes encontram-se fechados entre os dias 24 e 26 de dezembro, porém alguns locais também funcionam neste período, sobretudo nas montanhas e cidades maiores. Passado o Natal, os noruegueses se preparam para a grande festa de Réveillon. Oslo é o destino perfeito para comemorar a chegada do ano novo, são diversas as opções de atividades e festas na capital. É possível até mesmo desfrutar de um incrível jantar na Opera House, cartão postal da cidade, com fogos de artifício compondo o cenário.

Crédito: Hotel Metropole MC_StudioPhenix

- Mônaco:
O Principado de Mônaco fica super decorado para entrar no clima das festividades de fim de ano e os hotéis e outros estabelecimentos também se preparam para a data. O hotel Metropole Monte-Carlo, por exemplo, reabriu seu delicioso Bar à Chocolat para a temporada de inverno no continente europeu. O bar fica no lobby e tem o chocolate como estrela principal do menu. 

Os chefs Joël Robuchon e Christophe Cussac, o chef de confeitaria Patrick Mesiano e o chefe de bar Mickaël Bellec criaram uma seleção especial de coquetéis com e sem álcool, bebidas quentes e sobremesas baseadas no cacau. Além de darem água na boca, as criações dos chefs são de encher os olhos e seus formatos e design chamam a atenção. A experiência é imperdível para quem visitar Mônaco até o fim de março de 2018. 

O hotel também está oferecendo um pacote especial chamado Chocolate Dreams, que inclui desconto na acomodação, café da manhã americano no restaurante estrelado Joël Robuchon Monte-Carlo, uma bebida quente e um doce no Bar à Chocolat e o Metropole Lisfestyle Card, que garante acesso prioritário nos restaurantes do hotel, no Spa Metropole by Givenchy, acesso ao Cassino de Monte-Carlo e vantagens nas lojas parceiras do Metropole Shopping Center.

Crédito: Four Seasons

- Seychelles:
No arquipélago de Seychelles, os viajantes podem comemorar as festas em algumas das muitas atividades que os hotéis oferecem. O Four Seasons Resort Seychelles preparou um programa de fim de ano super especial para os hóspedes que visitarem as ilhas entre 23 de dezembro e 8 de janeiro. A chamada Temporada da Safira inclui uma série de atividades e experiências para que hóspedes de todas as idades se desconectem de sua rotina e façam uma imersão na natureza e tranquilidade do arquipélago. 

O hotel vai dar início às celebrações com uma cerimônia para enfeitar a árvore de Natal junto com as crianças, com ornamentos que elas próprias criaram. Na véspera de natal, além do banquete no restaurante Zez, será inaugurada a The Candy Shop at Petit Anse, uma loja de doces com deliciosas sobremesas, chocolates e bolos preparados especialmente pelos chefs de confeitaria do resort para a época de festas. 

O dia 25 de dezembro será comemorado com um churrasco na linda praia em frente ao resort, com mesas de piquenique, música ao vivo e um buffet infantil para os pequenos. O hotel também irá montar uma árvore subaquática que será enfeitada por fragmentos de coral escolhidos e patrocinados pelos hóspedes, como parte do projeto de restauração dos recifes da Petit Anse. No último dia do ano, haverá a noite de gala Sapphire Sensation, no restaurante Kannel, com música ao vivo e performances de dançarinos, com pratos de diferentes partes do mundo.


Fonte: Maria Clara Mancilha

Sustentabilidade deve ser um dos pilares empresariais


Há vinte anos, poucos empresários consideravam importante o respeito ao meio ambiente. Atualmente, a sustentabilidade é um elemento central na atividade e cada vez mais essencial na estratégia das empresas. Durante muito tempo se acreditou, erroneamente, que a sustentabilidade estaria diretamente relacionada ao meio ambiente. Entretanto, essa ideia é dividida em três principais pilares: social, econômico e ambiental. Para se desenvolver de forma sustentável, uma empresa deve atuar de forma que esses três pilares coexistam e interajam entre si de forma plenamente harmoniosa.

O pilar ambiental refere-se, basicamente, à preservação do meio ambiente e dos recursos naturais, além da redução do desperdício de materiais. O social compreende ao capital humano relacionado às atividades do empreendimento, incluindo a comunidade, o público-alvo, os fornecedores e a sociedade em geral. E finalizando, o econômico inclui assuntos referentes à produção, distribuição e consumo de bens e serviços, considerando os pilares ambiental e social.

Para a ONU, entre os dez objetivos que o mundo poderia adotar para atingir o desenvolvimento sustentável estão erradicar a pobreza extrema, incluindo a fome; assegurar o aprendizado efetivo de todas crianças e jovens para a vida e a subsistência; alcançar a saúde e o bem-estar para todas as idades; melhorar os sistemas agrícolas e aumentar a prosperidade rural; tornar as cidades mais inclusivas, produtivas e resilientes; entre outras.

O desenvolvimento sustentável já é um assunto recorrente na sociedade mundial. A assiduidade das pautas de discussão está ligada diretamente a urgência e a necessidade de se criar movimentos para equilibrar as ações desenvolvimentistas do homem e da preservação dos recursos naturais. Assim, pensar no desenvolvimento sustentável implica considerar a necessidade de recuperar o patrimônio natural, preservar os ecossistemas e definir o uso racional dos recursos, permitindo o equilíbrio socioeconômico e cultural.

Mundialmente, o consumidor brasileiro é menos preocupado com a preservação dos recursos naturais do que os consumidores dos países desenvolvidos. Nos EUA, ações de premiação para as empresas que agem sustentavelmente já alcançam 50% da população consumidora. Essa relação fica ainda mais clara quando analisamos o percentual das pessoas que buscam os produtos ecologicamente corretos: nos países desenvolvidos esse número é de 39%, enquanto aqui, os percentuais são de 13%.

O papel da educação e da erradicação da pobreza é extremamente importante para atingir os objetivos propostos pela ONU. Um país que investe em educação está investindo em desenvolvimento – econômico e sustentável. É preciso criar e ter a consciência de que assegurar esse equilíbrio entre o desenvolvimento dos países e a preservação do meio ambiente, significa, acima de qualquer outro objetivo, garantir que nossos filhos, netos e bisnetos tenham condições mínimas de sobrevivência.

A busca das empresas pelo equilíbrio de suas ações nas áreas econômica, ambiental e social, visando à sua sustentabilidade e a uma contribuição cada vez mais efetiva à sociedade, é hoje um fato. Para medir esse equilíbrio, alguns modelos e ferramentas de gestão, globalmente aceitos, têm sido utilizados no dia-a-dia empresarial para o aperfeiçoamento de seus processos e ações.

Mas a sustentabilidade, entendida no ambiente corporativo como fator estratégico para a sobrevivência dos negócios, é bem mais que um princípio de gestão ou uma nova onda de conceitos abstratos. Representa um conjunto de valores e práticas que deve ser incorporado ao posicionamento estratégico das empresas para definir posturas, permear relações e orientar escolhas.


Fonte: Janguiê Diniz – Mestre e Doutor em Direito – Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau – Fundador e Presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educacional

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

O que as cidades inteligentes têm a ver com a gestão de resultados?



A resposta para o título acima é: tudo. Principalmente se entendermos, de forma bem simples, que o termo “cidade inteligente” contempla um conjunto de tecnologias integradas para fornecer ao cidadão os meios para que sua vida se torne mais segura, rápida e barata. Aliás, a tecnologia ganha papel cada vez mais importante nesse contexto, porque otimiza o tempo para execução de tarefas e integra informações para a definição das ações necessárias. Tecnologia é fundamental para que as coisas aconteçam melhor. 

Entretanto, diferentemente do que o senso comum crê, a tecnologia por si só não resolve os problemas. Ela seria como um carro de alta performance, mas que se não houver um destino claro, nem um motorista, não serve de nada. O grande segredo para a tecnologia ser um acelerador para o sucesso, garantindo a execução das boas práticas de compliance está na capacidade da organização realizar as coisas na ordem certa.

Em primeiro lugar, antes de mais nada, é necessário definir as metas a serem alcançadas e elas precisam ser definidas. E aí entra o diferencial das organizações de sucesso: gestão para resultados. Ela garante que os recursos para alcançar um determinado patamar de desempenho sejam providenciados e organizados, desde recursos humanos, financeiros e até tecnológicos.

É necessário deixar muito claro o que vem a ser “fazer as coisas melhores”, relacionando um objetivo mais um valor, mais um prazo. Não basta definir “aumentar vendas”, “aumentar lucro” e “reduzir gastos”. Tem de ser definido também que o aumento de vendas será de 10% em 12 meses, por exemplo. Isso é meta. Ela define o foco das ações a serem tomadas, determinando quais são as melhores tecnologias necessárias para alcançar esses resultados.

A tecnologia traz ferramentas ilimitadas para auxiliar o time gerencial e operacional a realizar as análises necessárias e a tomar as decisões mais assertivas, mas desde que seja direcionada antes. Não adianta de nada ter ferramenta tecnológica se uma meta não for definida antes. É perda de tempo e dinheiro.

A gestão para resultados traz capacidade de colocar em prática as decisões tomadas. Em um estudo recente realizado pela Universidade de Harvard, duas a cada três empresas não conseguem transformar suas estratégias em resultados, justamente pela ineficiência das equipes em executar as ações planejadas.

Ações são executadas por pessoas. Até mesmo ações automatizadas, tiveram de ser desenvolvidas em algum momento por pessoas. Por mais tecnologia de ponta que as organizações tenham, se o protocolo de gestão de resultados não for seguido, os ganhos serão apenas marginais.

O protocolo de gestão prevê que todo problema tenha um responsável claramente definido, que terá a missão de conduzir uma equipe previamente formada por aqueles que tem conhecimento técnico sobre o assunto, na definição das análises (com uso de tecnologia) e das ações para solução do caso, incluindo responsáveis e prazos e, principalmente, na gestão do plano de ação e dos resultados periodicamente.

Melhores índices de eficiência somente acontecem com a prática da gestão de resultados. Não há outro meio, mas são acelerados pela tecnologia desde que inserida dentro desse contexto.


                                   



Fonte: Luiz Muniz - diretor-fundador da Telos Resultados

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Aviação se prepara para período de chuvas


Entre os meses de dezembro e março, as empresas aéreas que voam em território nacional estão preparadas para ocorrências de muitas chuvas. As condições meteorológicas trazem baixo risco para o setor e os atrasos de mais de 15 minutos ficaram em 21% no Brasil contra 31% nos EUA em 2016, segundo dados da Abear (Associação Brasileira de Empresas Aéreas).

“Voar ainda é o meio mais seguro de viajar. As aeronaves e os aeroportos dispõem de equipamentos capazes de garantir a segurança de passageiros e tripulação”, explica Shailon Ian, engenheiro aeronáutico formado pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e presidente da Vinci Aeronáutica. 

Além de estações meteorológicas, os aeroportos contam com instrumentos capazes de garantir a tranquilidade de pousos e decolagens. Nos aviões, sistemas alertam para tesouras de vento, proximidade com o solo, sensores de temperatura, descarregadores de energia estática, para o caso do avião ser atingido por um raio, entre outros.
O engenheiro esclarece que durante todo o trajeto a tripulação tem informações precisas sobre as condições climáticas e pode, se necessário, alterar a rota e evitar maiores turbulências. 

“Todos os voos são monitorados em tempo real, e as aeronaves são seguras para enfrentar mudanças. Inclusive, estão preparadas para eventuais raios e granizo”, afirma Shailon Ian. Segundo ele, em outros paises o mercado já conta com equipamentos que garantem o pouso de uma aeronave sem qualquer visibilidade externa.

Segundo dados do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidente Aeronáuticos), foram registradas 124 ocorrências envolvendo as condições meteorológicas em voos e no solo em território brasileiro nos últimos 11 anos.


Fonte: Edmir Nogueira