segunda-feira, 16 de julho de 2018

Dez cidades coloridas para inspirar sua vontade de viajar e fotografar



Há muitos elementos que fazem uma cidade visualmente interessante para turistas e fotógrafos: arquitetura, parques, pessoas e comida. Essas características se juntam para dar um caráter distinto a cada lugar. Mas um componente é sempre esquecido: a cor. Enquanto algumas cidades são conhecidas por sua falta de cor, dominadas por concreto e aço, existem outras que a cor é parte integrante da paisagem. Por isso, a Shutterstock montou uma lista dos 10 lugares mais coloridos que vão te deixar com ainda mais vontade de viajar e fotografar.


- 1) Cinque Terre, Itália:

Situada na costa escarpada do mar da Ligúria, Manarola é uma das cinco cidades pequenas que compõem o Cinque Terre da Riviera italiana. Suas casas coloridas se debruçam sobre um penhasco e seguem em direção ao porto. O lugar tornou-se um popular destino turístico com suas trilhas para caminhadas cênicas e vinhedos localizados nas proximidades.


- 2) Chefchaouen, Marrocos:

Localizada nas montanhas RIF no noroeste do Marrocos, Chefchaouen é famosa por seus edifícios pintados em tons de azul. A razão para tanto azul é duvidosa. Dizem que a cor afugenta mosquitos, além de ser importante para refugiados judeus, representando o céu e o paraíso, e de criar uma atmosfera agradável durante os dias quentes de verão. Apesar dessas diversas teorias, uma coisa é certa, todo esse azul cria oportunidades fantásticas para uma foto bem 
colorida.



- 3) Guanajuato, México:

A cidade montanhosa de Guanajuato é Patrimônio Mundial da UNESCO e considerada por muitos moradores e turistas como uma das mais bonitas do México. Fazendas coloridas e prédios coloniais se espalham em todas as direções até as colinas, com uma rede de túneis subterrâneos servindo como estradas principais, fazendo dela um lugar favorável para se andar e fotogênica para se fotografar.


- 4) Jodhpur, Índia:

A segunda maior cidade do estado de Rajastão, na Índia, Jodhpur é conhecida como a Cidade do Sol ou a Cidade Azul. Isso porque a maioria das casas na cidade velha é em tom azul. Alguns dizem que isso começou porque a classe alta Brahmins queria se separar da massa; enquanto outros afirmam que o azul mantém as casas frescas no calor do deserto.


- 5) Bo-Kaap, Cidade do Cabo:

Este subúrbio de Cape Town é conhecido por suas casas pitorescas, coloridas e ruas de paralelepípedos. Às vezes chamada de Malay Quarter, os primeiros habitantes da cidade eram muçulmanos descendentes de escravos do Sudeste Asiático, fazendo com que o lugar ainda tenha um caráter predominantemente muçulmano. Seus moradores decidiram pintar suas casas em comemoração ao Eid (ou a Festa do Sacrifício) e coordenavam suas cores para evitar divergências de tons.




- 6) Wroclaw, Polônia:

Com uma população de 637.075, Wroclaw, também conhecida como Vratislávia, é a quarta maior cidade da Polônia, e foi a Capital Europeia da Cultura em 2016. Seus turistas são atraídos por seu estilo de vida relaxado, suas pontes, ilhas e vida noturna abundante. No coração da cidade situa-se a Praça do Mercado, na Cidade Velha, com edifícios coloridos em fileiras e muitas oportunidades de se tirar fotos maravilhosas.


- 7) Ilha de Burano, Itália:

Situada na Lagoa de Veneza, Burano é um arquipélago de quatro ilhas ligadas por pontes e canais, bem como pela sua famosa vizinha ao sul, Veneza. É conhecida por suas casas de cores vivas que, segunda a lenda, dizem ter sido pintadas para que seus pescadores locais pudessem se localizar quando ocorresse uma névoa forte. Seu arco-íris de cores transformou-se em uma das principais atrações turísticas e outra razão para planejar aquela viagem à Itália.



- 8) São Francisco, Califórnia:

Uma das cidades mais visitadas do mundo, São Francisco é famosa por seu terreno montanhoso, startups de alta tecnologia, cultura liberal e vistas panorâmicas. O colorido bairro de Haight-Ashbury tornou-se famoso durante a década de 1960 como o epicentro da cultura hippie, e ainda mantém seu espírito de contracultura até hoje. A fila de casas vitorianas com vista para a Alamo Square, conhecida como as Painted Ladies, são uma oportunidade de fotografia irresistível.


- 9) St. John’s, Ilha de Terra Nova:

Conhecida como a cidade mais a leste da América do Norte e um de seus assentamentos mais antigos, St. John’s, na Ilha de Terra Nova, é reconhecida por suas coloridas casas enfileiradas, que são freqüentemente encontradas nas colinas, parecendo com São Francisco. A tradição de casas coloridas remonta a década de 70, quando seus moradores queriam revitalizar o centro do lugar.


- 10) Willemstad, Curaçao:

Por fim, localizada no Caribe, ao largo da costa da Venezuela, Willemstad é a capital de Curaçao, que faz parte do Reino dos Países Baixos. O centro da cidade apresenta mais de 750 edifícios em cores pastel e que ganharam o status de área da UNESCO. A tradição diz que, no século 19, o prefeito da cidade sofria de enxaquecas do sol quente refletindo nos edifícios brancos, então ele ordenou que seus proprietários os pintassem de cores vivas e diferentes.



Fonte : Kely Val  / Ive Andrade 


Novas regras para viajantes aéreos


Desde o ano de 2016 tem se discutido no país mudanças nas regras para os passageiros e para as tarifas a serem pagas nos voos nacionais e internacionais. A implementação da nova legislação se deu após contestação judicial, com última decisão em favor das novas regras, que entrou em vigor em março. A partir de então as empresas aéreas têm divulgado de que modo atenderão ao novo cenário.

Além da alteração na forma de cálculo das passagens, e das franquias das bagagens, outros aspectos foram alterados, e que precisam ser do conhecimento dos passageiros. Uma alteração muito interessante diz respeito ao direito de desistência da compra da passagem em um prazo de até 24 horas após a compra, desde que exercida em até 7 dias antes da viagem. Isto pode ser muito útil ao usuário e, neste caso, o reembolso é de 100% do valor pago.

Outra situação que melhorou para os passageiros é que o prazo para a empresa indenizar uma bagagem extraviada caiu de 30 para 7 dias após a reclamação feita. Já quanto ao embarque, no caso de alteração de voo pela companhia, se acima de 30 minutos em voos nacionais e 60 minutos em internacionais dá direito a remarcação de voo ou reembolso, esta situação até então não estava regulada. Por outro lado, em caso de força maior, como mau tempo, por exemplo, a empresa aérea não fica obrigada a prestar apoio material, como hospedagem e alimentação. Esta regra se assemelha ao que é praticado em outros países.

Outras alterações na relação entre passageiros e empresa aérea também ocorrerão, mas o que mais chama a atenção são as novas regras quanto à franquia de bagagem. A partir de agora as empresas estão livres para adotar o critério que acharem melhor para a cobrança de bagagens, desde que mantenham uma franquia mínima de 10 quilos para as bagagens de mão. Mas há contrapartida, segundo a ANAC, as tarifas básicas deverão ser reduzidas, caso isso não ocorra essas regras poderão ser suspensas.

Recentemente as empresas aéreas divulgaram como farão com as novas regras, e já é possível ver na internet, em detalhes, o trato que cada uma dará ao assunto. Com exceção da empresa Avianca, que por enquanto anunciou que manterá o sistema atual de franquia (1 volume de 23 quilos para voos nacionais e 2 de 32 quilos nos internacionais) as demais empresas (Gol e Azul) iniciam em junho e em julho (Latam), a cobrança pelas bagagens despachadas. Com algumas variações, elas anunciam um desconto de até 30% no preço da passagem para quem não despachar bagagem e um valor de R$30 reais para 1 bagagem despachada de até 23 quilos, nos voos nacionais.

Como existem diferenças entre as opções dadas pelas empresas, é importante que o passageiro se informe de como cada empresa trata o assunto. Haverá, obviamente, um tempo de adaptação, resistência e aprendizado, mas pensar que as malas eram despachadas de graça e agora serão cobradas é uma simplificação. Na realidade, todos pagavam por todas a bagagens, e agora cada um pagará pela sua, o que faz muito mais sentido. Para aqueles que viajam com bagagem de mão, não haverá mudança, mas para aqueles que precisam levar muitas malas, a diferença será sentida. Mas, afinal, como dizem, não há almoço grátis, e quem utiliza o serviço deve pagar por ele. Vamos acompanhar para ver se aqui acontecerá como em outros países, em que regras assim proporcionaram reais descontos para os viajantes que utilizam apenas os volumes de mão.



Fonte: Fábio Augusto Jacob é oficial aviador da reserva da Força Aérea Brasileira, coordenador e professor da Academia de Ciências Aeronáuticas Positivo (ACAP) da Universidade Positivo (UP).

Acordo de Paris: saída dos EUA reforça nova dinâmica geopolítica e protagonismo da China


A  saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris terá amplos reflexos sobre o cenário diplomático, econômico e ambiental. Em um momento em que nações e empresas se preparam para a transição rumo a uma economia de baixo carbono, a decisão norte-americana abre espaço para uma maior aproximação entre China e Europa. Também aumenta a pressão internacional sobre os líderes globais para que estabeleçam metas mais ambiciosas de redução de emissões e as anunciem nas próximas reuniões climáticas.

Em dezembro de 2015, 196 nações reuniram-se em Paris e concordaram em manter o aumento da temperatura média global em menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais. Esse compromisso público, assumido também pelo governo dos Estados Unidos, foi firmado e enviado ao Alto Comissariado das Organizações das Nações Unidas (ONU). Esta ação contrasta com a postura adotada em relação ao Protocolo de Kyoto, que não chegou a ser aceito ou ratificado pelo governo norte-americano. No pior cenário traçado pela ONU, sem o comprometimento dos Estados Unidos, poderia haver um aumento de 0,3°C na temperatura global para além dos 2º C.

Ao rever a sua adesão ao Acordo de Paris, os Estados Unidos tornam-se, ao lado da Síria (em guerra civil) e da Nicarágua (que considerou o acordo tímido), parte dos três únicos países do mundo que não se comprometeram a reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O vácuo geopolítico criado estimula uma maior aproximação entre China e Europa, que já reforçaram nas últimas semanas o engajamento em relação ao tema das mudanças do clima, acenando inclusive com um potencial intercâmbio de permissão de emissões entre os países, assim como investimentos cruzados.

Em busca de maior protagonismo internacional e competitividade de seus produtos nesse novo cenário, a China direciona os seus esforços diplomáticos e de cooperação para acelerar a expansão das fontes limpas de energia na matriz elétrica global. O governo chinês é o principal incentivador da Global Energy Interconnection (GEI), que tem como meta ampliar para 80% a participação das fontes renováveis no consumo primário global de energia em 2050. Para cumprir este objetivo ambicioso, a estimativa é a de que o GEI demande US$ 50 trilhões em investimentos em novas usinas, como eólicas e solar, e na construção de grandes sistemas de transmissão, que promoveriam a interconexão dos cincos continentes.

Embora o desfecho da iniciativa seja incerto, observa-se que o Acordo de Paris se insere em um contexto de reconfiguração do fluxo de investimentos e comerciais, de rearranjo dos acordos geopolíticos e abertura de novos mercados. Com a manutenção da precificação do carbono como uma tendência irreversível, o retrocesso no apoio às fontes renováveis de energia significaria prejuízos financeiros, com perda de competitividade industrial e de exportações. Alguns governos, como o da França, já estudam sobretaxar em 100 euros por tonelada de CO2 os produtos importados, cuja pegada de carbono não tenha sido neutralizada.

Aqui, novamente, nota-se o governo chinês utilizando o seu peso geopolítico e econômica para fomentar um novo modelo de desenvolvimento. Com a China mantendo seus preparativos para lançar seu mercado nacional de carbono neste ano, estima-se que 20% das emissões globais serão cobertas por mecanismos de precificação, hoje adotados por mais de 60 países e mais de 500 empresas no mundo. Outras 700 companhias planejam fazer o mesmo até 2018, segundo o CDP.

A preocupação de ver as “portas fechadas” para as oportunidades de um mundo voltado para a economia de baixo carbono tem estimulado autoridades municipais e estaduais dos Estados Unidos a reforçar ou ampliar o compromisso com políticas públicas e tecnologias verdes. Os estados de Nova York, Washington e Califórnia – que reúnem um quinto da população e do PIB do país e responderam por 11% das emissões em 2014 – anunciaram que irão manter as suas metas de redução de poluição global, mesmo com a decisão do governo federal na direção oposta. Outras 200 prefeituras fizeram pronunciamentos na mesma direção.

A Califórnia – que, se fosse um país, seria a sexta maior economia mundial – reforçou sua decisão de que 50% de sua energia seja oriunda de fontes renováveis até 2030 e que toda sua energia seja gerada por fontes limpas até 2045. A região quer criar mais valor na economia de baixo carbono. Com a adoção de leis que buscaram incentivar a utilização de novas tecnologias, a economia da Califórnia expandiu 80% entre 1990 e 2014 e sua população cresceu 30%, mas as emissões per capita caíram cerca de 20% neste período e as emissões por produção econômica despencaram 44%, segundo estudo da Comissão de Energia do Estado.

Os resultados alcançados pela Califórnia ao longo das últimas três décadas reforçam a percepção de que crescimento econômico e redução das emissões de CO2 podem caminhar lado a lado, gerando riquezas, renda e novos empregos. Estudo recente da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena, sigla em inglês) prevê que essas fontes de energia deverão agregar US$19 trilhões para a economia mundial até 2050 e criar seis milhões de empregos.

A nova configuração do Acordo de Paris não terá impactos significativos no curto prazo para o Brasil, que, no começo de junho, promulgou os compromissos assumidos pelo País para combater as mudanças do clima. Dispondo de uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo -sendo 80% da geração elétrica oriunda de fontes limpas, com ênfase para as hidrelétricas e usinas eólicas –, o Brasil e as empresas brasileiras podem ganhar espaço no cenário internacional, por exemplo, seja atraindo investimentos em fontes renováveis, seja na exportação de produtos com menor pegada de carbono.

No médio e longo prazos, a nova dinâmica geopolítica pode significar o estreitamento dos laços econômicos de Brasil e China. Hoje, o país asiático já é o principal parceiro comercial do nosso País e caminha para se consolidar como um dos principais investidores estrangeiros, sobretudo no campo da infraestrutura. A cooperação entre as duas nações, a exemplo da criação de um fundo de investimento com US$20 bilhões para financiar projetos nas áreas de Logística, Energia, Recursos Minerais, Agricultura, Indústria de Manufatura e Serviços Digitais, pode alçar o Brasil à posição de líder proeminente no processo de transição para uma economia global de baixo carbono.



Fonte: Luiz Eduardo Osorio é vice-presidente Jurídico, Relações Institucionais e Sustentabilidade da CPFL Energia.


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Seis estações de esqui para aproveitar a neve no hemisfério sul!


Ainda é inverno, as estações de esqui mais charmosas e famosas do hemisfério sul já estão prontas para serem tingidas de branco pela neve, que começaram a cair em meados de junho. E para quem vive na expectativa do seu primeiro contato com os flocos de gelo ou de praticar esportes, já é hora de se programar e aproveitar o que há de melhor e mais exclusivo em termos de esqui e snowboard.

Abaixo foram selecionadas seis estações imperdíveis no Chile e na Argentina para você curtir o melhor da neve sem sair do continente.


- Valle Nevado Ski Resort, Chile: 

Prestes a completar a sua 30ª temporada de neve, o Valle Nevado Ski Resort, maior estação de esqui do hemisfério sul e a queridinha dos brasileiros durante o inverno, oferece inúmeros atrativos para os seus visitantes. O complexo, que está situado a cerca de 60 quilômetros de distância de Santiago, conta com três hotéis – TresPuntas, Puerta Del Sol e Valle Nevado -, seis restaurantes e bares e mais de 40 pistas para esqui e snowboard para diferentes níveis de esquiadores.


- Cerro Chapelco, Argentina:

Pertinho de San Martin de los Andes, na Argentina, em uma charmosa cidadezinha ao melhor estilo alpino, encontra-se o centro de esqui de Cerro Chapelco. Dotado de belas paisagens e de uma “senhora” infraestrutura, o complexo, que está a 1.980 metros acima do nível do mar, reúne quase 30 quilômetros de superfície esquiável, 24 pistas de diferentes níveis de dificuldade e 12 pontos de elevação que podem transportar até 18.000 esquiadores por hora.
             

- Portillo, Chile:

Cravada no meio dos Andes, a apenas 3 quilômetros de distância da fronteira com a Argentina e às margens da Laguna del Inca, Portillo é o mais tradicional centro de esqui do Chile, tendo sido construído no final dos anos 40 pelo governo chileno para difundir o esporte na América do Sul. Sua estrutura difere e muito de outras estações mais badaladas, como Valle Nevado, já que oferece ares de hotel na montanha. Nas pistas do complexo, inclusive, é muito comum encontrar esquiadores de ponta treinando para campeonatos mundiais e Jogos Olímpicos.


- LasLeñas, Argentina:

Reconhecido como um dos melhores centros de esqui e snowboard do Hemisfério Sul, LasLeñas, na Argentina, conta com 65 quilômetros de área esquiável oferece cerca de 30 pistas com diferentes níveis de dificuldade para os esquiadores. Destaque para a mais longa descida, por pista ininterrupta, do mundo,e para a iluminação artificial que o complexo oferece para a prática noturna. LasLeñas está a apenas 45 minutos do aeroporto de Malargue. 




Termas de Chillán, Chile:

Cravado nos pés do Vulcão Chillán e a 1.650 metros acima do nível do mar, Termas de Chillán oferece um incrível atrativo para os apaixonados por esqui. Além dos 35 quilômetros de áreas esquiáveis, o complexo conta ainda com muitas fontes termais, ideais para relaxar após praticar o esporte de inverno. O destino, inclusive, é o único resort de neve chileno aberto durante os 12 meses do ano.



- Cerro Castor, Argentina:

Cerro Castor é a estação de esqui e snowboard perfeita para aqueles que desejam aliar a prática de esportes de inverno a passeios com sabor de aventura entre as espetaculares paisagens. São 29 quilômetros de pistas incríveis com neve de alta qualidade, modernos equipamentos e meios de elevação. Isso sem falar na cidade de Ushuaia, que fica na chamada “Terra do Fogo”, repleta de hotéis e restaurantes, onde se pode fazer compras de eletrônicos, perfumes e cosméticos livres de impostos. Passeios pela região também chamam a atenção. Destaque para a excursão de barco pelo Canal de Beagle e para o famoso passeio pelo trem do fim do mundo.





Fonte : Interpoint Viagens e Turismo