terça-feira, 23 de agosto de 2016

Cinco motivos que tornam Cusco um destino misterioso e transformador


Monumentos, ruínas, artesanato e a culinária local fazem de Cusco uma viagem única e motivadora. Berço do Império Inca, a cidade está mergulhada em uma cultura reveladora, cheia de templos e parques que podem ser vistos em uma caminhada tranquila. Localizada no planalto peruano, Cusco é um destino que reúne uma variedade de lugares a visitar. A rica tradição permite ao viajante conhecer o ritmo de vida dos poucos mais de 500 mil habitantes que vivem por lá. Para quem é sócio da Royal Holiday, conhecer o destino é mais fácil.  


Confira outras informações sobre o destino :

1 – Diminua o ritmo: caminhe para sentir o clima da cidade
Nada melhor ao iniciar uma viagem com propósito como diminuir o ritmo. Uma caminhada pelo lugar nos diz muito sobre seus moradores, hábitos e estilo de vida. Em Cusco, isso se torna mais especial uma vez que as ruas são cercadas de histórias. Trace uma rota e saia caminhando pelos pontos que achar interessante. A Praça das Armas, o mercado Central de San Pedro e a região de San Blás são alguns pontos sugeridos a estar no roteiro.


2 – Respire o ar de antigas civilizações: berço do império Inca
Conhecida como capital da cultura Inca, é impossível não mergulhar na história local. A Basílica Catedral de Cusco, na Plaza de Armas, o Parque Arqueológico de Saqsaywaman e o Qoricancha, são paradas obrigatórias. Para os viajantes interessados em arqueologia, a cidade proporciona monumentos religiosos, aficionados por tradições populares, artesanato e até mesmo observadores de aves devem considerar a cidade em sua lista de lugares a conhecer. 


Berço do Império Inca, tido como o maior Estado da Amércia pré-colombiana, o território peruano também abrigou a civilização de Caral. Cusco é o ponto inicial para se conhecer a história desses povos. Conhecido como o Templo do Sol, Qoricancha, servia como local para cerimônias e estudos como astronomia e matemática. Para visitar o tempo de Qoricancha é necessário pagar a entrada de 10 soles (R$10), e o passeio abrange arquitetura, história e arte, onde é possível conhecer um pouco mais sobre a cultura Inca.


Outra histórica construção a visitar é a Basílica de Cusco. A imponente construção tem três naves e 12 capelas em seu interior. Muito rica em imagens, quadros, ouro e prata, não se pode fotografar lá dentro para preservação do patrimônio. A entrada custa cerca de 25 soles (R$25).
                              

O Parque de Saqsaywama, com seus 10 mil anos de idade é considerado como uma fortaleza mesmo sem ter tido nenhuma função militar. O lugar era um centro cerimonial, utilizado como uma zona sagrada e de estudos. Localizado a 3.650m de altura, sua construção foi à base de pedras enormes.


3 – Uma pausa para o jantar: experimente a gastronomia local
As culturas Ameríndias são famosas por sua rica culinária. Sabores, texturas, cores e aromas levam o turista a descobrir receitas deliciosas. Bananas, pimentas, batatas, frango e milho formam alguns dos alimentos base da culinária peruana. 


Ao provar as comidas típicas como ceviche, frango grelhado, timpo e anticuchos, o viajante estará provavelmente conhecendo muito mais de perto a tradição e a cultura local. O ceviche é um dos pratos mais conhecidos e também considerado um patrimônio cultural da nação peruana. Há uma variedade grande das receitas em cada região e local. Basicamente é um prato à base de pescados marinados em limão peruano, cebola, sal, alho e pimenta.


4 – Como chegar :
Cidadãos brasileiros são isentos de visto. Caso o viajante não tenha passaporte, o RG pode ser usado para entrar no país. Há voos diretos e com escalas entre as principais cidades brasileiras para Lima e Cusco. Para economizar, uma parada em Lima é a melhor opção. Os voos entre as duas cidades peruanas duram apenas 1h e podem ser encontrados na faixa de R$ 600.

5 – Destino econômico:
A moeda peruana é o Novo Sol. Em relação ao Real, as duas moedas são equivalentes. Cusco é um destino econômico, mesmo considerando os preços de alta estação. Comidas e bebidas também encontram-se a um preço acessível. 

Onde se hospedar
Hotel Midori - este casarão colonial, restaurado em sua totalidade, conta com 24 apartamentos completamente equipados, restaurante com café da manhã, lavanderia, serviço de quarto, internet, sauna e banheira de hidromassagem. Com localização próxima ao centro histórico de Cusco, está a um quarteirão da Praza de Armas, um dos espaços mais lindos da cidade, rodeado de igrejas, jardins com bancos e restaurantes com sacadas onde se pode observar o movimento da cidade enquanto se desfruta da comida típica, um fresco ceviche, ou o popular frango na brasa. Chegar ao Hotel Midori é muito fácil, o Aeroporto Internacional Alejandro Velasco Astete está a somente 15 minutos de carro.

Por que se hospedar: o hotel está localizado próximo ao coração do centro de histórico de Cusco a pouco passos do Museu Inca, e das principais ruas e vielas da cidade.


Fonte: Alessandra Macedo

Com planejamento financeiro e cartão pré-pago, usuários evitam dívidas após as viagens


Em tempos de crise e oscilação do dólar o cartão pré-pago pode ser um aliado das pessoas que irão viajar, principalmente para o exterior, neste período de férias. Trata-se de uma ferramenta ideal para quem prioriza segurança, conforto e praticidade ao longo da viagem e busca uma melhor gestão dos gastos, principalmente com as irresistíveis liquidações e ofertas encontradas nos shoppings e outlets mundo afora. 

Ele pode ser usado desde o momento da compra da passagem pela internet e em todos os custos relacionados aos momentos de passeio em família ou mesmo no retorno para casa. Agora, os cartões pré-pagos Acesso seguem padrões mais exigentes de segurança e possuem chip, o que facilita o uso no exterior, já que a aceitação deste é mundial.

“No caso de viagens para o exterior, ao contrário dos cartões de viagem ou de crédito onde o dinheiro é convertido para a moeda local na hora da carga ou no fechamento da fatura, no pré-pago ele permanece em reais e a conversão para a moeda local ocorre apenas na hora da compra, o que é muito favorável em um cenário econômico em que o valor da moeda estrangeira muda constantemente. 

Além disso, com o cartão, só é possível gastar o valor que foi carregado, evitando assim os sustos com da chegada da fatura pós viagem”, explica Sergio Kulikovsky, presidente da Acesso, maior empresa independente de cartões pré-pagos do Brasil.Por ser simples e fácil de usar, o cartão pode ser manuseado por pessoas de qualquer faixa etária. 

“Por exemplo, se optam por um cartão pré-pago, os pais que possuem filhos que viajam sozinhos, tem a garantia de segurança completa, já que as crianças não utilizarão dinheiro em espécie para fazer suas compras e eles terão acesso à movimentação financeira de cada cartão pré-pago que emitirem”, completa Kulikovsky. 

O dinheiro fica no cartão, que só poderá ser utilizado mediante uma senha de uso pessoal. Em caso de perda, basta o usuário entrar em contato com a central de atendimento e realizar o bloqueio do cartão - sem perder os valores carregados ainda não gastos -, e solicitar uma segunda via.

- Funcionamento: 

O cartão pré-pago é aceito em mais de 30 milhões de estabelecimentos comerciais em todo mundo como restaurantes, supermercados, postos de gasolina, além de lojas físicas e online. Pode ser comprado no varejo ou internet e não exige análise de crédito. 

Ele funciona como um cartão de compras, permite também saques no Brasil ou exterior e transferências ilimitadas entre cartões. E pode ser recarregado pela internet, por boleto bancário, débito em conta, internet, ou rede de varejistas afiliados.


Fonte: Renata Zioli

Estudo retrata perda da biodiversidade no planeta



Um estudo divulgado recentemente pela revista científica Science, desenvolvido por pesquisadores da University College London, cria um retrato da preservação de mais de 40 mil espécies dos mais variados ambientes em todo o mundo. 

Segundo os pesquisadores, 10% de redução da biodiversidade por região já poderia ser considerada uma séria ameaça ao planeta. Lamentavelmente, se constatou que em 60% de toda a superfície terrestre essa marca já foi ultrapassada. Só no continente australiano, cerca de 40% da biodiversidade já foi perdida.

“Muitas vezes, as interferências do homem na natureza causam impactos irreversíveis, destruindo ecossistemas que jamais se recuperarão”, diz o Biólogo Giuseppe Puorto, membro do CRBio-01 – Conselho Regional de Biologia – 1ª Região (SP, MT e MS). Ele cita, por exemplo, a tragédia provocada pelo rompimento das barragens em Mariana, causando o maior desastre ambiental da história do nosso país. 

“Os efeitos dessa lama que escoou e atingiu o Rio Doce vão além do que já se constatou até agora. Terá, certamente, sérias consequências no futuro”, diz Puorto.

Em compensação, o estudo divulgado pela revista Science traz um dado menos desolador para o país. Na Floresta Amazônica, os pesquisadores afirmam que a perda da biodiversidade está abaixo dos 5%, considerada umas das menores taxas em todo o planeta. 

“Um feito, se considerarmos o quanto a região ainda sofre com o problema do desmatamento, embora já tenha enfrentado períodos bem mais graves, antes da implantação do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal”, ressalva o Biólogo.

Quando foi implantado, em 2004, dados do Ministério do Meio Ambiente apontam que no mesmo ano o desmatamento da região atingiu uma área de 27.772 km2. Mas, no ano seguinte, caiu para 19.014 km2. E vem caindo ano a ano. Em 2015, a marca registrada foi de 5.831 km2. Ou seja, uma redução de 80%, em 10 anos. 

“Precisamos, urgentemente, a cuidar melhor de nossas riquezas naturais. Não podemos mais ficar apenas nos discursos e metas. Precisamos, de fato, agir em defesa da biodiversidade e de nossa existência”, conclui Puorto.


Fonte: Marco Paulo

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Natureza através da tela


Equipamento não é mais o problema. O celular ganhou força, se popularizou e, além de conectar as pessoas, passou a garantir diversos cliques ao longo do dia. Nesse
Dia Mundial do Fotógrafo, 19 de agosto, o fotógrafo, documentarista e naturalista brasileiro Haroldo Palo Jr. – que também é membro do Conselho Curador da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza – dá cinco importantes dicas para quem gosta de registrar e compartilhar momentos de interação com a natureza. 

Confira abaixo:

1. Localização e composição
“Antes de fazer qualquer fotografia deve-se perguntar: onde devo ficar?”, explica o fotógrafo. A escolha é sempre pessoal e vai determinar o estilo de fotografar de cada um.
                            
Regra dos terços, que tem como premissa a divisão da imagem em duas linhas horizontais e duas verticais.

Para o segundo passo, a escolha da composição, pode-se utilizar a regra dos terços, que tem como premissa a divisão da imagem em duas linhas horizontais e duas verticais, formando uma moldura interna, em que os pontos de encontro são os locais onde os olhos têm maior atenção, como guia inicial. Hoje em dia, os celulares já possuem grids com essas linhas no visor para auxiliar a hora da fotografia.

2. Simetria

Outro aspecto importante é a simetria. Para Palo Jr., a imagem principal em uma foto, geralmente, fica melhor fora do centro. “Cria-se um equilíbrio para que os outros assuntos participem da imagem e quebra-se o excesso de simetria.”



O sol ao lado direito deixa espaço para as árvores na esquerda, harmonizando o registro do anoitecer no cerrado.
3.Linha do horizonte

Para fotografar uma paisagem o ideal é o sentido horizontal. “Cada um pode fazer da maneira que desejar, mas se não for na horizontal, a foto terá outra aplicação que não a representação natural”, destacou. 

                                                     Horizonte na Serra do Mar.

Existe um recurso excelente disponível hoje em dia, a montagem de panorâmicas com vários fotogramas da mesma paisagem. “Isso também se encontra nos celulares, por meio de aplicativos que transformam fotos em panorâmicas”, destacou.

4. Proximidade

Ao contrário de ampla paisagem, quando o objeto de registro está próximo, Haroldo Palo Jr. conta que a lente normal da câmera tem suma importância, pois faz com que o retrato tenha o mesmo ponto de vista do olhar humano. No caso de objetos, por exemplo, é só estender o braço e apanhar.

                          A proximidade causa a sensação do público de estar junto à pinha.

5. Tratamento final

Por fim, o fotógrafo especialista em natureza aponta o último detalhe para o sucesso do registro. “Todas as imagens digitais precisam de tratamento final. É a mesma etapa obrigatória dos filmes antigos: a revelação.”
                                                                     A edição é essencial para concluir a imagem

No tratamento, o fotógrafo faz os ajustes finais de cor, brilho, contraste, saturação e balanço de brancos, por exemplo. “Geralmente são ajustes pequenos, mas fundamentais para terminar a foto”, conclui.

Para celular também existem programas de edição, como Handy Photo, Adobe Photoshop Express, Photo Studio e PicsArt Photo Studio.



Fonte: Haroldo Palo Jr