sexta-feira, 20 de abril de 2012

Na hora de buscar emprego não vale mentira

Segundo Roberto Picino, diretor da Page Personnel, é muito importante o profissional saber mostrar suas qualidades, mas dentro da sua realidade em termos de histórico, conquistas e possibilidades.

“Mentir não é uma possibilidade nesta relação. Um processo seletivo é pautado essencialmente pela confiança. Uma vez quebrada, o profissional terá muitas dificuldades em retomar o bom relacionamento com a empresa ou com a consultoria de recrutamento”.

Veja algumas dicas da Page Personnel para garantir total transparência nas informações que você vai compartilhar durante seu processo seletivo e vida profissional.



No Currículo:

- Idiomas: Jamais diga que fale melhor ou que tem algum idioma em nível “básico”. Isso mostra que você quer valorizar uma habilidade que você não possui realmente.


- Experiência passada: Não diga nada além do que você realmente fez. Mesmo que sejam conquistas modestas, projetos em que você não foi o protagonista. Busque valorizar apenas a sua efetiva contribuição.



Durante a Entrevista:


- Motivos de saída: Não minta sobre o motivo. Se a decisão foi sua ou da empresa, ela deve ser bem explicada. É natural uma empresa demitir e isso não te eliminará do processo, desde que os motivos sejam razoáveis e explicáveis. Não se esqueça que em muitos casos, são checadas as suas referências profissionais.

- Motivação em aceitar um novo desafio: Seja seguro e categórico. Participar de processos seletivos para conseguir negociar melhor salário ou promoção em seu atual empregador é muito mal visto pelo recrutador. Seja convicto de sua vontade de mudar de desafio profissional. “Quando um profissional avança no processo e acaba como escolhido, sabemos muito rapidamente se se trata de uma vontade verdadeira ou não”, afirma Picino.

- Principais defeitos: Sinalizar ao entrevistador perfeccionismo como defeito é claramente uma mentira. Admitir ter uma ou mais características que precisam ser melhoradas é um sinal de maturidade e autoconhecimento.

Ainda segundo Roberto, os processos seletivos envolvem muitas expectativas, tanto do candidato, quanto do recrutador e da empresa. Por isso, transparência em todos os momentos é fundamental, de todas as partes. “O candidato precisa sempre mostrar transparência, mas não é suficiente. O recrutador precisa também manter o candidato sempre a par das etapas do processo seletivo, benefícios e responsabilidades da oportunidade profissional. Sem esta relação de confiança, o processo seletivo não cumprirá seu objetivo de qualidade e assertividade”, complementa.

Presente em 22 países e fundada em 1994, a Page Personnel já está a 6 anos no Brasil. Conta com 4 escritórios e mais de 90 consultores no país.




Enviado por : Fábio Pimentel

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