quinta-feira, 21 de junho de 2012

Conheça sete gafes imperdoáveis cometidas no ambiente de trabalho


Existem tipos de comportamento que não são bem vistos no ambiente de trabalho e comprometem a avaliação de quem age de acordo com tais padrões. São considerados pelos especialistas como verdadeiras gafes, e geralmente quem comete esses deslizes não percebe quão nocivos eles podem se tornar.


Um exemplo clássico é o do empregado que passa por cima de seu superior hierárquico direto na tentativa de conseguir um aumento de salário, aponta Minoru Ueda, autor do livro “Competência Emocional – Quanto Antes, Melhor!” (editora Qualitymark).

Comportamentos que queimam o filme


  • Divulgação

O esquecidinho

Não confie muito na memória. Se o chefe não está em sua mesa e você atende ao telefone dele, é melhor anotar o recado para não passar pelo constrangimento de se esquecer de transmitir a mensagem. Esses lapsos podem fazer com que você não inspire mais confiança em seus superiores.


  • Thinkstock

Casual além da conta

Na festa de final de ano, na comemoração de uma promoção ou no happy hour, procure não relaxar a ponto de perder a linha. O ambiente pode ser informal, mas as pessoas são as mesmas que você encontrará no escritório no dia seguinte. Não é recomendável beber a ponto de se esquecer do que disse ou do que fez.


  • Paul Sakuma/AP Photo

Vacilo eletrônico

Cuidado com o que escreve nas redes sociais. Mesmo que o chefe não esteja entre seus amigos no facebook, alguém que ele conhece certamente estará – e poderá dar com a língua nos dentes a respeito de alguma observação inoportuna que você tenha postado. Não use o e-mail corporativo para replicar correntes e spams.


  • Thinkstock

Fala muito

Sempre existe aquele que perde a oportunidade de ficar calado. Falar alto, fofocar sobre a vida alheia e deixar vazar informações confidenciais são indiscrições que comprometem a imagem do profissional. Uma gafe clássica é perguntar a uma mulher gordinha se ela está grávida


  • Arte UOL

Perde o emprego, mas não a piada

“O fio que separa o engraçado do inoportuno é muito tênue”, adverte o consultor Minoru Ueda. É preciso ter cuidado especialmente em relação a comentários jocosos – e eventualmente preconceituosos – sobre minorias e temas relacionados a política e religião


  • Reprodução/TodaEla

Traje ou ultraje?

O modo de se vestir precisa estar adequado à cultura da organização. Ambientes mais formais costumam reprimir quem trabalha de jeans e tênis, mas eles caem bem no escritório em que os próprios chefes preferem roupas mais despojadas. Nesse caso, a gafe pode ser o uso de terno e gravata.


  • Marcelo Justo/Folhapress

Quem vai me dar um aumento?

Uma das maiores “bolas foras” no trabalho é passar por cima do superior imediato e recorrer a níveis hierárquicos mais altos para pedir um aumento de salário. Essa atitude quebra a confiança entre chefe e subordinado.


“Isso quebra o contrato psicológico de confiança entre o colaborador e o gestor”, alerta o consultor e professor da FIA-USP (Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo).

Muitos dos “foras” estão relacionados à aparência do profissional. “Há os que se vestem de uma forma muito ‘fashion’ em um escritório que não tem essa orientação”, cita Ueda. “E os que derramam litros e litros de perfume.”

Para evitar esses enganos, aconselha, é necessário conhecer bem a cultura da organização – e já no momento em que se apresenta para uma entrevista de emprego. A gafe, no caso, pode custar uma oportunidade.

Como você se comporta nas redes sociais? 

  • Arte UOL

Falar alto – e muito – é um costume em geral repreensível. Pior ainda se o que se diz está relacionado a aspectos, pessoais ou profissionais, da vida de alguém: fofocas são potenciais geradores de conflitos que minam os relacionamentos na equipe.

e-Mala


Com as relações virtuais, novas maneiras de ser inconveniente passaram a atormentar o clima no escritório.

Ueda menciona como exemplo o que chama de “e-mala”. São as pessoas que usam o e-mail corporativo para transmitir spams ou correntes do tipo “Quem não repassar para 20 amigos terá sete anos de azar”.

Outro centro de discórdias é o facebook. É preciso cuidado para não externar na rede opiniões contundentes sobre religião, política ou temas polêmicos como aborto ou legalização das drogas. Você não sabe quem da empresa lerá seus pontos de vista – e até que ponto o fato de não compartilhar deles prejudicará sua imagem no trabalho.

Em geral, considera o especialista, não enxergar a inadequação das próprias ações envolve a incapacidade de estabelecer limites para si mesmo e de fazer uma autoanálise que coloque em xeque deficiências comportamentais. A humildade ao reconhecer o erro, frisa, é o primeiro passo para não mais incorrer nele.



Fonte : UOL 

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