terça-feira, 8 de julho de 2014

O aumento dos crimes virtuais


Os crimes virtuais praticados por hackers têm acontecido com mais frequência e assustam pequenos empresários e empresas de tecnologia. 

Entre os problemas mais frequentes estão: roubo de identidade, calúnia e difamação, ameaça, espionagem industrial, pedofilia e discriminação, sendo um dos temas mais discutidos nos últimos dias.

Com 94,2 milhões de pessoas utilizando a internet no Brasil e 45% delas usando redes sociais diariamente, a facilidade de acesso aos dados aumenta. 

Os prejuízos aos que compram serviços de boa fé e perdem dados pessoais e até confidenciais são incontáveis.

Segundo a Bitdefender, empresa de segurança na internet, a cada 15 segundos, um brasileiro é vítima de fraudes com documentos roubados ou informações furtadas na rede. 

Mais de 28 milhões de pessoas foram prejudicadas por cibercrimes, o que custou perto de R$ 16 bilhões ao país em 2012.

Considerando o número cada vez maior de pessoas nas redes sociais, os números justificam o porquê de elas serem os principais alvos de usuários mal intencionados; 80% das atividades dos usuários são realizadas em redes sociais e bloggers, 45% dos internautas brasileiros usam redes sociais e 40% das contas nas redes sociais é spam.

A maior parte dos crimes virtuais é feita através das redes sociais. O Brasil está entre os cinco países com maior frequência de ataques de pishing. 

Pishing são conversas ou mensagens falsas com links fraudulentos, usados com o objetivo de conseguir informações e dados pessoais. Além dele existem crimes como: spam, malwares, roubo de informações e danos ao computador.

Segundo Dr. Coriolano Almeida Camargo, coordenador do curso de Pós-graduação e Direito Eletrônico da FADISP , é muito importante que o internauta sempre mantenha seu navegador e antivírus atualizados. 

“É extremamente importante ter cuidado ao abrir emails, sobretudo àqueles que tenham arquivos anexos. Cuidado também com preços muito abaixo da média, além de rigorosa atenção com as informações que aparecem no site sobre seu cadastro podem lhe garantir uma compra mais segura e confiável”, explica Almeida Camargo.

Já na hora das compras o especialista alerta: “Na hora do pagamento o consumidor precisa fornecer informações pessoais, como endereço e número de cartão de crédito. 

Faça compras apenas em sites com siglas “HTTPS” em seu endereço e que possuam um cadeado, para que todo o processo seja feito com segurança, e evite fazer as compras em computadores públicos”, explica o Camargo.

“É importante que o internauta sempre mantenha seu navegador e antivírus atualizados. Além disso, muito cuidado ao abrir emails, sobretudo àqueles que tenham arquivos anexos. 

Cuidado também com preços muito abaixo da média, além de rigorosa atenção com as informações que aparecem no site sobre seu cadastro podem lhe garantir uma compra mais segura e confiável”, completa Almeida Camargo.

A Polícia Federal, em seu departamento próprio e exclusivo para tratar do tema, orienta as vítimas da Internet para que tentem soluções rápidas e conciliadoras, visando resolver com urgência os casos de perdas ou deturpação de dados com provedores, diretos ou sublocados. 

Entre suas recomendações, a PF aconselha às vítimas de crimes digitais que coletem e preservem as evidências do crime; entre as providências a serem tomadas, imprimir e salvar os arquivos, email e conteúdos que possa comprovar o crime é essencial para o processo na justiça.



Enviado por: Albert Consoni


Nenhum comentário:

Postar um comentário