quarta-feira, 1 de abril de 2015

Itália e França estão entre os destinos mais procurados por brasileiros para a Páscoa


O brasileiro diversificou seus destino de viagem para a Páscoa. É o que aponta um levantamento da MAPFRE Assistance, realizado entre turistas que adquiriram SEGURVIAJE, a assistência viagem da empresa. Apesar de os Estados Unidos continuarem como o país preferência entre os turistas, a alta do dólar tornou a Europa mais atraente. 

Dos dez locais mais procurados, seis estão no continente: Itália (4º lugar), França (6º), Portugal (7º), Espanha (8º), Turquia (9º) e Inglaterra (10º).

“Observamos uma tendência maior de passeios para a Itália neste período, mas quem for ao continente europeu precisa estar atento à obrigatoriedade da assistência viagem com cobertura de, no mínimo, 30 mil euros para garantir atendimento médico por doença ou acidente”, alerta Sandro Barbosa, superintendente de Distribuição.

A exigência está prevista no Tratado Schengen, um acordo assinado por 25 países (veja abaixo) sobre política de abertura das fronteiras e livre circulação de pessoas entre os signatários.

A assistência viagem dá tranquilidade aos turistas, pois sempre que houver alguma situação de emergência durante o passeio, o passageiro contará com um pacote de serviços e benefícios garantidos pelo plano escolhido, sem ter de colocar a mão no bolso.

“É um bom aliado para tornar a viagem mais tranquila desde o embarque até o retorno, além de ser obrigatório para esses países”, completa Sandro. 

Além de cobertura de situações emergenciais de saúde e odontológica (enfermidade ou acidente), o serviço também dá apoio em casos mais comuns como extravio de bagagens ou atraso/cancelamento de voos.

Além de atenção à assistência viagem, quem vai ao exterior ou para regiões distantes, que exigem mais horas de voo, tem outras preocupações. Confira algumas dicas do diretor-técnico médico do SEGURVIAJE, José Geraldo Barbosa Junior, para traslados mais agradáveis.


- Viagens longas exigem cuidados:


Um voo que cruza o Atlântico, para muitos passageiros, é desconfortável, pelo pequeno espaço entre as poltronas e pelo longo período na cabine da aeronave, que tem baixa umidade e baixa temperatura. As horas no avião causam inchaço nas pernas, ressecamento de olhos e pele, além de pressão no ouvido.

“A imobilização por tempo prolongado pode causar ou contribuir para que ocorra trombose em membros inferiores, em voos com duração maior que quatro horas”, alerta José Geraldo Barbosa Junior, diretor-técnico médico do SEGURVIAJE. 

“A recomendação básica é manter a hidratação, não consumir bebidas alcoólicas e procurar caminhar dentro da aeronave, sempre que possível.”

De acordo com o especialista, as crianças pequenas em geral são as que mais sofrem nos voos, pois apresentam mais dificuldade para equalizar a pressão externa com a pressão no interior do ouvido médio.

“Para alívio desse sintoma, é indicado que a criança mame no peito ou mamadeira, chupe chupeta ou mesmo beba água no copo. O equilíbrio da pressão interna e externa ocorre pelo trabalho de músculos relacionados à mastigação, sucção e deglutição. 
No caso de recém-nascidos, deve-se esperar pelo menos duas semanas de vida para assegurar a ausência de problemas congênitos ou respiratórios que possam prejudicar a criança.”
                Tratado de Schengen: Países Signatários



Alemanha
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Áustria
Holanda
Malta
Bélgica
Hungria
Noruega
Eslováquia
Islândia
Polônia
Eslovênia
Itália
Portugal
Espanha
Letônia
República Tcheca
Estônia
Liechtenstein
Suécia
Finlândia
Lituânia
Suíça
França





Fonte: Renata Silveira

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